| Processo: | 10/50416-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fonoaudiologia |
| Pesquisador responsável: | Eliane Schochat |
| Beneficiário: | Renata Filippini |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Potenciais evocados auditivos Processamento auditivo Transtornos da linguagem |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Disturbio Especifico De Lingu | Percepcao De Fala No Ruido | Potenciais Evocados Auditivos | Processamento Auditivo | Treinamento Auditivo |
Resumo A percepção da fala, um sinal complexo e dinâmico, depende da habilidade do sistema auditivo em analisar e extrair suas características acústicas relevantes, mesmo com ruído de fundo competitivo. A dificuldade encontrada pelo sistema em realizar tal análise pode gerar alterações no processamento auditivo e, consequentemente, no desenvolvimento da linguagem. Estudo tem evidenciado, ainda, que o treinamento auditivo (TA) propicia melhoras comportamentais, assim como mudanças na latência e na amplitude das respostas eletrofisiológicas de indivíduos com Transtorno do Processamento Auditivo (TPA), comprovando a plasticidade auditiva. Esta informação vem ao encontro da suposição de que algumas patologias de linguagem, como o Distúrbio Específico de Linguagem (DEL), têm como pano de fundo uma dificuldade com o processamento de sinais acústicos rápidos e complexos, principalmente em situações de ruído competitivo, nos levando a conjecturar se o TA nessas crianças traria os mesmos benefícios experimentados pelas crianças com TPA, o que auxiliaria no desenvolvimento da linguagem. Assim, este estudo irá comparar as respostas evocadas de tronco encefálico para a fala, com e sem ruído competitivo, antes e depois de TA, em crianças com TPA e em crianças com DEL, verificando a efetividade do treinamento auditivo formal e seus possíveis benefícios. Nossa hipótese é de que com este estudo possamos trazer informações importantes tanto para o diagnóstico quanto para a intervenção fonoaudiológica nessas crianças, além de gerar mais evidências de plasticidade auditiva, principalmente em níveis subcorticais. (AU) | |
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