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Avaliação de citocinas liberadas por plaquetas durante o desenvolvimento da doença periodontal e reparo dos tecidos periodontais de ratos tratados ou não com drogas antiplaquetárias

Processo: 10/08846-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2010
Vigência (Término): 31 de julho de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Periodontia
Pesquisador responsável:Luis Carlos Spolidorio
Beneficiário:Leila Santana Coimbra
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Assunto(s):Doenças periodontais   Ácido acetilsalicílico   Clopidogrel

Resumo

Angiogênese é um processo crítico da reação inflamatória, fundamental para o aporte de células do sistema imune ao local da agressão. No processo de reparo tecidual, a angiogênese é importante para o acesso de nutrientes e mediadores biológicos à área afetada. As plaquetas são um reservatório natural de diversos mediadores biológicos, incluindo vários fatores de crescimento com ação angiogênica. A agregação e ativação das plaquetas depende de diversos fatores endógenos, como adenosina difosfato (ADP), trombina, e tromboxano A2 (TXA2) e exógenos, incluindo estímulos da resposta imune inata, como o lipopolissacarídeo (LPS). Em resposta à ativação, as plaquetas expressam diversas quimiocinas, incluindo CXCL4, RANTES (CCL5), CXCL5, e receptores de quimiocinas, incluindo SDF-1/CXCL12. Assim, além de estarem envolvidas nos processos de hemostasia e reparo tecidual, as plaquetas participam da resposta imune inata e adaptativa. Dessa forma, nossa hipótese é que drogas capazes de inibir a agregação e ativação das plaquetas podem influenciar a resposta imune/inflamatória e modular tanto a progressão quanto o reparo nas doenças periodontais por meio da interferência na produção de quimiocinas e de fatores de crescimento pró-angiogênicos. A aspirina inativa irreversivelmente a atividade da enzima ciclooxigenase-1 (COX-1) e, consequentemente, a síntese de TXA2, por difusão através da membrana das plaquetas, ao passo que o clopidogrel age pela inativação irreversível dos receptores plaquetários P2Y12, expressos na membrana plaquetária e que tem como ligante ADP. Os objetivos do presente trabalho são avaliar o perfil da resposta imune inflamatória e a indução da angiogênese e conseqüente reparo tecidual em ratos tratados com aspirina e clopidogrel. Os efeitos das drogas antiplaquetárias em células da resposta imune inata e adaptativa serão avaliados in vitro.

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
COIMBRA, Leila Santana. Impacto de drogas antiplaquetárias na doença e no reparo periodontal experimental em ratos. 2013. 118 f. Tese de Doutorado - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" Faculdade de Odontologia (Campus de Araraquara). Araraquara.

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