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Revisão, filogenia e biogeografia do clado Myrcia pulchra Group (Myrcia s.l., Myrtaceae)

Processo: 10/09473-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2010
Vigência (Término): 30 de novembro de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Botânica - Taxonomia Vegetal
Pesquisador responsável:Paulo Takeo Sano
Beneficiário:Matheus Fortes Santos
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):12/14914-1 - Sistemática do clado "pulchra" (Myrcia S.L., Myrtaceae): análises filogenéticas, biogeográficas e revisão nomenclatural, BE.EP.DR
Assunto(s):Filogenia   Myrtaceae   Botânica (classificação)

Resumo

As Myrtaceae neotropicais apresentam grande complexidade taxonômica, o que resulta em enorme dificuldade no reconhecimento de gêneros e espécies. A tribo Myrteae engloba as espécies neotropicais da família, contando com 49 gêneros e ca. de 2500 spp. Lucas et al. (2007) propuseram 7 grupos informais dentro de Myrteae, dentre eles "Myrcia Group" (=Myrcia s.l.), com ca. 500 spp. restritas aos neotrópicos. A análise de Lucas (2007) neste grupo revelou 9 clados, entre eles "Myrcia pulchra Group", com ca. de 50 spp. distribuídas predominantemente na Mata Atlântica. Este projeto objetiva o estudo filogenético de "Myrcia pulchra Group" e sua relação com os clados "Calyptranthes Group" e "Pseudocalyptra Group" (sensu Lucas 2007), a revisão taxonômica de "Myrcia pulchra Group" e o estudo de seus padrões biogeográficos. Sua importância reside na necessidade de conhecimento de um dos grupos mais diversos da flora neotropical, que habita os "hotspots" brasileiros Mata Atlântica e o Cerrado, mas que ainda não recebeu atenção proporcional em estudos taxonômicos, filogenéticos e biogeográficos. Estes estudos são essenciais para embasar pesquisas em diversas áreas da Biologia, além de ações de conservação. Para realizar a revisão, serão utilizados espécimes de "Myrcia pulchra Group" depositados em herbários assim como outros oriundos de um extenso esforço de coleta. Para o estudo filogenético, serão utilizados caracteres morfológicos e caracteres moleculares (sequências de ETS, ITS e psbA-trnH). As análises cladísticas (Parcimônia e Bayesiana) seguirão o procedimento descrito em Lucas et al. (2007). Os caracteres morfológicos e moleculares serão analisados separadamente e em análise combinada. Para o estudo biogeográfico, serão utilizados os dados de distribuição dos materiais utilizados na revisão, além da análise de DIVA. (AU)

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