| Processo: | 05/57404-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2006 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2008 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Arqueologia |
| Pesquisador responsável: | Fabíola Andréa Silva |
| Beneficiário: | Eduardo Bespalez |
| Instituição Sede: | Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Arqueologia Guarani | Documentos Historicos | Guarani-Itatim | Rio Miranda |
Resumo O gentílico itatins era o termo pelo qual eram chamados os indígenas, majoritariamente formado por grupos Guarani, que ocupavam a antiga província do Paraguai colonial historicamente conhecida como Itatim, a qual, por sua vez, situava-se onde atualmente encontra-se parte do território do Estado de Mato Grosso do Sul, próximo aos limites fronteiriços entre Brasil, Paraguai e Bolívia. Transferidos para as imediações de Assunção a mais de 300 anos, devido aos assaltos dos bandeirantes luso-paulistas às missões jesuíticas do Itatim, até pouco tempo atrás a ocupação destes grupos indígenas em território sul mato-grossense era apenas conhecida graças aos documentos históricos, como aqueles escritos pelos cronistas espanhóis do séc. XVI e as cartas anuas dos jesuítas que os reduziram, no séc. XVII. Recentemente, foram achados vestígios arqueológicos tipicamente Guarani no rio Miranda, em Mato Grosso do Sul, onde foram fundadas algumas reduções e pueblos indígenas pelos jesuítas. Assim, propõe-se, neste projeto de pesquisa, o desenvolvimento de um estudo arqueológico de levantamento e análise dos vestígios relativos à ocupação dos índios Itatim no rio Miranda. (AU) | |
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