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Epifitismo vascular na bacia hidrográfica do Sorocaba/Médio Tietê, São Paulo, Brasil.

Processo: 09/08204-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2009
Vigência (Término): 31 de outubro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas
Pesquisador responsável:José Salatiel Rodrigues Pires
Beneficiário:Fernando Antonio Bataghin
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Bacia hidrográfica   Mata Atlântica

Resumo

(EPIFITISMO VASCULAR NA BACIA HIDROGRÁFICA DO SOROCABA/MÉDIO TIETÊ, SÃO PAULO, BRASIL) A bacia do Sorocaba/Médio Tietê (SMT) está localizada no centro-sudeste do estado de São Paulo entre as coordenadas 22º30' e 23º45' S e 48º15' e 47º00' W, abrange uma área de 11.827,824 km2 estendendo-se por 53 municípios. Está inserida no domínio da Mata Atlântica, compreendendo formações florestais, como as florestas ombrófilas e estacionais, além de cerrados e regiões de ecótonos. O objetivo desta pesquisa é caracterizar a comunidade epifítica vascular presente nessa bacia hidrográfica. O levantamento florístico será efetuado por meio de excursões quinzenais durante um ano a cada sítio, sendo coletadas todas as espécies férteis segundo procedimentos usuais de coleta botânica, e as exsicatas serão depositadas nos Herbários do Instituto de Botânica (SP), da UFSCar-Sorocaba e da Unicamp (UEC). Os nomes das espécies serão verificados nos sites especializados w3Tropicos e ePIC, sendo utilizadas as abreviaturas dos autores sugeridas por Brummitt e Powell (1992). Serão determinados sítios em diferentes áreas da bacia hidrográfica, e em cada um destes serão amostrados 90 forófitos com DAP e 20 cm para estudo quantitativo, além de coleta por metodologia assistemática para caracterização florística. Para o estudo quantitativo e estimativa da distribuição vertical das epífitas, os forófitos serão divididos em quatro estratos: fuste baixo (até 1,3 m do solo), fuste alto (de 1,3 m do solo até a base da copa) e copa interna e copa externa, sendo atribuída uma nota conforme a ocorrência das epífitas nesses estratos. Serão calculadas as freqüências absolutas de ocorrência nos estratos (FAr) e nos indivíduos forofíticos (FAi), valor de importância epifítico (VIE) e nota média dada às espécies sobre os forófitos. Para as análises estatísticas serão utilizados os programas Microsoft Excel, XLSTAT 5.2 e MVSP 3.0. Uma vez que os epífitos vasculares funcionam como bioindicadores, estes devem ter um papel fundamental em estudos sobre a interferência antrópica nesse ambiente.

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
FERNANDO ANTONIO BATAGHIN; JOSÉ SALATIEL RODRIGUES PIRES; FÁBIO DE BARROS; ADELCIO MÜLLER. Epífitas vasculares da Estação Ecológica Barreiro Rico, Anhembi, SP, Brasil: diversidade, abundância e estratificação vertical. Hoehnea, v. 44, n. 2, p. -, Abr. 2017.
FERNANDO ANTONIO BATAGHIN; JOSÉ SALATIEL RODRIGUES PIRES; FÁBIO DE BARROS. Epifitismo vascular em sítios de borda e interior em Floresta Estacional Semidecidual no Sudeste do Brasil. Hoehnea, v. 39, n. 2, p. -, Jun. 2012.

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