| Processo: | 08/05982-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Pesquisador responsável: | João Santana da Silva |
| Beneficiário: | Diego Luís Costa |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Imunoparasitologia Linfócitos T reguladores Leishmaniose cutânea Leishmania braziliensis |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Células T reguladoras | leishmania braziliensis | Leishmaniose Cutânea | Imunoparasitologia |
Resumo Leishmanioses são doenças causadas por protozoários do gênero Leishmania spp, e no Brasil, a mais comum é a leishmaniose cutânea. A resposta imune celular de padrão Th1 está relacionada à proteção, enquanto Th2, e exacerbação da atividade de células T reguladoras (Tregs), à suscetibilidade ao parasita. Na infecção humana com L. braziliensis, porém, isso não é bem estabelecido, já que as pessoas que desenvolvem a doença têm uma forte resposta Th1, mas não controlam a infecção. Estudos comparativos com pacientes sub-clínicos, mostram que na verdade, a falta de regulação das respostas efetoras Th1 nos pacientes com leishmaniose ativa pode ser responsável pelo desenvolvimento da doença. As células Tregs, naturais ou induzidas são importantes na imunomodulação da leishmaniose, e nosso grupo já mostrou que, em pacientes com leishmaniose cutânea, há recrutamento de Tregs naturais para a lesão, que suprimem a proliferação de células efetoras heterólogas. Isso mostra que as Tregs desses pacientes são funcionais, porém, não se sabe se as células efetoras do próprio paciente são moduladas por elas. Devido à importância que os mecanismos imunomoduladores podem ter na patogênese da infecção, o papel das Tregs nesse contexto precisa ser mais bem elucidado. Portanto, propomos caracterizar como populações naturais ou induzidas dessas células estão atuando nesses pacientes, e se elas têm a capacidade de modular a atividade de suas células efetoras. Paralelamente, nosso grupo tem estudado a atividade de Tregs na leishmaniose murina. Nossos resultados sugerem que na infecção de animais BALB/c com L. braziliensis, a menor atividade de células Treg leva à deficiente modulação de respostas Th2, ocorrendo maior produção de IL-4, o que torna os animais mais suscetíveis à infecção. Para certificar-nos disso, propomos caracterizar o papel das células T reguladoras na infecção de animais BALB/c com L. braziliensis, realizando depleção e tranferência de Tregs, bem como ensaios de co-cultura. Além disso, pretendemos caracterizar a importância de CCR4 e CCR5, importantes para recrutamento de Tregs, na infecção por L. braziliensis, usando animais geneticamente deficientes para as moléculas. (AU) | |
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