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ENRAIZAMENTO DE ESTACAS DE PAU-BRASIL (Caesalpinia echinata Lam.)

Processo: 10/16300-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2010
Vigência (Término): 30 de junho de 2012
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal - Silvicultura
Pesquisador responsável:Sérgio Valiengo Valeri
Beneficiário:Bruna Aparecida Pereira
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Produção de mudas   Hidroponia

Resumo

O objetivo deste trabalho é avaliar o efeito do ácido indolbutírico (AIB) e do estiolamento de ramos no enraizamento de estacas de plantas jovens e adultas de pau-brasil (Caesalpinia echinata Lam.). As estacas serão obtidas a partir de mudas via seminal de idades distintas, sendo que o primeiro lote teve sua semeadura em 2008 e o segundo em 2009. Ambas as estacas receberão dois tratamentos de ramos (estiolado e não estiolado) e cinco doses de AIB (0, 75, 150, 225 e 300 mg L-1). O experimento será realizado no Viveiro Experimental de Plantas Ornamentais e Florestais da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da Unesp, Câmpus de Jaboticabal - SP, seguindo o delineamento experimental inteiramente casualizado no esquema fatorial 2 x 2 x 5, totalizando 20 tratamentos e dez repetições, com quatro estacas por parcela. As estacas serão colocadas para enraizar no sistema de hidroponia em casa de vegetação com fertirrigação e nebulização intermitente. Serão realizadas avaliações quinzenais de sobrevivência e a partir de 80 dias serão avaliadas semanalmente a porcentagem de estacas enraizadas. Aos 120 dias de estaquia, as estacas serão avaliadas quanto à sobrevivência, enraizamento, calejamento, número e comprimento médio de raízes. Após as avaliações de enraizamento, 30% das estacas enraizadas serão avaliadas quanto à matéria fresca e seca de raízes, caule e folhas, bem como estudos histológicos e 70% serão plantadas em tubetes de plástico rígido com 260 cm3 de substrato a base de vermiculita e casca de arroz carbonizada. Essas plantas serão mantidas em área de crescimento com fertirrigação e avaliadas quinzenalmente quanto a sobrevivência, altura das brotações, diâmetros da brotação e da estaca até a idade de plantio no campo.