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Associação entre aterosclerose e aumento da espessura intima-média de artéria carótida com atrofia cerebral: um estudo clinicopatológico

Processo: 10/16575-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2011
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Carlos Augusto Gonçalves Pasqualucci
Beneficiário:Thiago Ferraz Vieira Pinto
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Aterosclerose   Transtornos cerebrovasculares

Resumo

Introdução: O aumento da longevidade da população mundial é fenômeno recente. No Brasil, em 2050, a população com mais de 60 anos corresponderá a cerca de 29% da nação. O envelhecimento é usualmente acompanhado do aumento de doenças cronicodegenerativas, tais como, declínio cognitivo e doenças cardiovasculares. Um dos marcadores estruturais do declínio cognitivo é a atrofia cerebral. Alguns estudos relacionaram a atrofia cerebral com aterosclerose de carótidas, relatando os resultados baseados em exames de imagem (Ressonância Magnética, Tomografia Computadorizada e Ultrasonografia). Contudo, tais achados podem estar associados à vieses secundários à subjetividade do observador. Estudos anatomopatológicos podem ser uma alternativa a estas limitações, por permitirem avaliação mais acurada da aterosclerose carotídea e da atrofia cerebral. Objetivos: Investigar a associação entre aterosclerose e aumento da espessura íntima média de artéria carótida com atrofia cerebral medidas em material histológico. Métodos: Será utilizado material do acervo do Banco de Encéfalos de Grupo de Estudo em Envelhecimento Cerebral da FMUSP. Dados demográficos e de fatores de risco cardiovascular foram coletados através de entrevista com cuidador do falecido. Aterosclerose de artérias carótidas e da espessura íntima-média foram medidas previamente através de técnicas de morfometria. Peso, volume, densidade cerebrais e perímetro cefálico foram medidos diretamente no encéfalo coletado, sendo considerados indicadores de atrofia cerebral.