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Determinação do efeito da glicose na inibição da B-glicosidade dos fungos Thermoascus aurantiacus CBMAI756 e Penicillium viridicatum RFC3 e avaliação do uso da glicose isomerase na desinibição das enzimas

Processo: 10/15347-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2011
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos
Pesquisador responsável:Roberto da Silva
Beneficiário:Ariane Priscila Movio
Instituição-sede: Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Enzimologia   Celulose

Resumo

O Brasil é um grande produtor mundial em bioetanol, esse combustível é de suma importância para o desenvolvimento sustentável do país. A produção de bioetanol está crescendo ano a ano e tente a crescer ainda mais, devido a uma substituição gradativa do uso de combustíveis derivados de petróleo. A alta produção de cana-de-açúcar para a fabricação de bioetanol gera alguns resíduos como o bagaço de cana-de-açúcar. Esse resíduo é utilizado na co-geração de energia, mas essa biomassa lignocelulósica poderia ser usada para a produção de etanol a partir de processo de hidrólise da celulose produzindo açúcares fermentescíveis. Várias técnicas para a hidrólise da celulose estão sendo desenvolvidas. Os métodos mais utilizados são por via ácida ou enzimática. A hidrólise por via ácida forma produtos indesejáveis para a fermentação. No entanto, a hidrólise enzimática tem como característica a especificidade, promovendo menor formação de compostos secundários.As celulases utilizadas nesse processo de hidrólise sofrem de inibição pela regulação por retro-inibição. A ²-glicosidade é fundamental na hidrólise da celobiose em glicose. A glicose tem um efeito inibitório sobre a ²-glicosidade. Esse projeto propõe a isomerização da glicose em frutose para a desinibição, principalmente, ²-glicosidade e por conseqüência das outras celulases envolvidas no processo de despolimerização da celulose. Nas hidrólises serão usadas enzimas produzidas pelos fungos Penicillium viridicatum RFC3 e Thermoascus aurantiacus CBMAI756 com ação simultânea da glicose isomerase comercial para a desinibição. Também será feito a determinação de parâmetros cinéticos para melhor avaliação da ação das enzimas e do efeito inibidor.

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
OLIVEIRA, D. S.; TELIS-ROMERO, J.; DA-SILVA, R.; FRANCO, C. M. L. Effect of a Thermoascus aurantiacus thermostable enzyme cocktail on wheat bread qualitiy. Food Chemistry, v. 143, p. 139-146, JAN 15 2014. Citações Web of Science: 19.

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