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Utilização de métodos não destrutivos em estudos de jazigos pétreos no cemitério da consolação, são paulo

Processo: 10/13910-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2011
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia
Pesquisador responsável:Eliane Aparecida Del Lama
Beneficiário:Luciane Kuzmickas
Instituição-sede: Instituto de Geociências (IGC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Mineralogia aplicada

Resumo

Ao analisarmos a vida dos primeiros povos verificamos o grande respeito e veneração pelos mortos, que se traduziu não só nos ritos religiosos, como na tentativa de preservação memorial pelo sepultamento. O Cemitério da Consolação, fundado em 1858, foi o primeiro cemitério municipal da cidade de São Paulo. Concebido em uma época de profunda mudança, tornou-se o testemunho da história da monarquia e da república brasileira, assim como da elite cafeicultora paulista e dos imigrantes. Muitas das esculturas e mausoléus que constituem o acervo do Cemitério da Consolação são feitos de rocha, como mármore e granito, que apresentam processos de degradação que comprometem as suas estruturas. A deterioração dessas rochas ocorre tanto pelas características intrínsecas do material utilizado, quanto como consequência da urbanização, ocorrendo degradação de origem antrópica. O estudo proposto consiste em avaliar o estado de conservação de seis túmulos constituídos por mármore (Túmulo da Marquesa de Santos; Túmulo de Armando de Salles Oliveira - Estátua Prece de Bruno Giorgi; Túmulo da Pianista Luisa Crema Marzorati) e por granito (Túmulo da Família de Manoel Dias de Abreu - Estátua de Cristo de Elio de Civsto; Túmulo de Olívia Guedes Penteado - Estátua Sepultamento de Victor Brecheret; Túmulo de Moacyr Piza - Estátua Interrogação de Francisco Leopoldo e Silva), com utilização de métodos não destrutivos de investigação in situ com uso de aparelhos de ultrassom (medição da velocidade de propagação de ondas ultrassônicas longitudinais) e medição de cor com auxilio de espectrofotômetro, além da realização do mapeamento das formas de alteração da rocha com concomitante fotodocumentação. A partir desta realização dos diagnósticos e avaliação da velocidade de atuação dos agentes intempéricos, poderão ser indicadas medidas para sua mitigação e/ou recuperação.

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Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
KUZMICKAS, Luciane. Estado de conservação dos monumentos pétreos do Cemitério da Consolação, São Paulo. 2013. Dissertação de Mestrado - Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Geociências São Paulo.

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