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Repertório de Linfócitos B na doença isquêmica do coração

Processo: 10/18063-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2011
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Verônica Porto Carreiro de Vasconcellos Coelho
Beneficiário:Gabriel Taricani Kubota
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Linfócitos B   Isquemia miocárdica   Aterosclerose   Imunologia clínica

Resumo

A insuficiência cardíaca é uma síndrome clínica caracterizada por alterações patológicas da estrutura e função do coração, e resulta na diminuição do débito cardíaco. O impacto epidemiológico e econômico dessa doença no Brasil e no mundo tornam a sua compreensão e o estudo da sua principal causa, a doença isquêmica do coração, de especial interesse à sociedade. Muitos trabalhos científicos apontam a importância da inflamação e da resposta imune celular e humoral no desenvolvimento da cardiopatia isquêmica e na aterosclerose, sua mais importante doença de base. Embora estejam sendo estudadas a influência das imunoglobulinas na cardiopatia isquêmica não há na literatura estudos sobre a variabilidade do repertório de linfócitos B nas cardiopatias. Portanto, levantamos a hipótese de que a resposta humoral e os linfócitos B tenham um papel no processo patológico de aterosclerose e insuficiência coronariana crônica, com repercussão no repertório de linfócitos B. No presente projeto de iniciação científica, essa hipótese será verificada por meio da comparação entre os perfis de diversidade do CDR3 entre indivíduos saudáveis e portadores da doença por meio da CDR3 Length Spectratyping. Assim, iremos investigar se os indivíduos portadores deste processo patológico apresentam um perfil imunológico diferencial em relação a indivíduos saudáveis. As evidências geradas através de nosso trabalho poderão permitir uma compreensão mais aprofundada da influência da resposta imune humoral nessa doença. Como isso, buscamos não apenas contribuir para o desenvolvimento de novas teorias sobre o papel da resposta imune na doença coronariana, mas também para a criação de novas abordagens terapêuticas eficazes

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