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Atuação do sistema proteolítico lisossomal/autofágico no músculo esquelético de animais com insuficiência cardíaca

Processo: 10/14567-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2011
Vigência (Término): 31 de outubro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Patricia Chakur Brum
Beneficiário:Paulo Roberto Jannig
Instituição-sede: Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Sistema musculoesquelético   Músculo esquelético   Fisiologia cardiovascular   Autofagia   Insuficiência cardíaca

Resumo

A miopatia esquelética induzida pela insuficiência cardíaca (IC) é caracterizada por alterações morfofuncionais como disfunção contrátil, redução de força muscular e atrofia muscular que pode culminar em caquexia cardíaca quadro associado à redução de peso corporal com perda exacerbada de massa muscular, massa gorda e óssea, o que leva ao mau prognóstico. A atrofia muscular da IC resulta de um desbalanço entre síntese e degradação proteicas com prevalência do catabolismo proteico. No entanto, cabe ressaltar que há uma interação entre os sistemas de síntese e degradação proteicas onde, por exemplo, a redução na síntese promove ativação de vias proteolíticas. Dentre as principais vias envolvidas na síntese proteica destaca-se a via IGF-I/PI3K/Akt1 que demonstramos estar reduzida em modelo experimental de IC baseado na inativação gênica dos receptores ±2A/±2C-adrenérgicos (ARKO). Já em relação à degradação proteica, as principais vias proteolíticas envolvem os sistemas ubiquitina proteassoma e lisossomal/autofágico. Demonstramos recentemente que a atividade do sistema ubiquitina proteassoma está aumentado nos camundongos ARKO contribuindo para a atrofia muscular observada nesse modelo. No presente projeto de pesquisa temos como objetivo estudar a contribuição do sistema lisossomal/autofágico que é responsável pela degradação de agregados proteicos e organelas. Nossa hipótese é que o sistema lisossomal/autofágico esteja exacerbado no nosso modelo de IC visto que nesse modelo há estresse oxidativo muscular e redução na expressão proteica de Akt1, reconhecidos ativadores desse sistema. Para tanto, estudaremos camundongos controle e ARKO, avaliando a função muscular esquelética e os níveis de degradação proteica total e lisossomal. Realizaremos no músculo plantar, a avaliação da expressão de proteínas do sistema lisossomal/autofágico (LC3-B, Atg12, Atg7, Beclin-1 e Bnip3) e FoxO3 além da quantificação dos níveis de mRNA de LC3-B (Map1lc3b), Gabarapl1, Atg7, Atg12 e Catepsina L, e por fim a expressão de proteínas carboniladas e a hidroperoxidação lipídica total.

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
JANNIG, PAULO R.; MOREIRA, JOSE B. N.; BECHARA, LUIZ R. G.; BOZI, LUIZ H. M.; BACURAU, ALINE V.; MONTEIRO, ALEX W. A.; DOURADO, PAULO M.; WISLOFF, ULRIK; BRUM, PATRICIA C. Autophagy Signaling in Skeletal Muscle of Infarcted Rats. PLoS One, v. 9, n. 1 JAN 10 2014. Citações Web of Science: 31.

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