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Funções ateroprotetoras da lipoproteína de alta densidade (HDL), além de seus níveis de colesterol, em indivíduos normolipidêmicos e em situações de aumento e redução da HDL: estudo em amostra populacional brasileira

Processo: 10/13844-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2011
Vigência (Término): 31 de março de 2012
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Eliana Cotta de Faria
Beneficiário:Natália Baratella Panzoldo
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:06/60585-9 - Relação da concentração de HDL colesterol no plasma com o metabolismo corpóreo de colesterol e em monócitos no ser humano, AP.TEM
Assunto(s):Doenças cardiovasculares   Lipoproteínas HDL

Resumo

A doença cardiovascular (DCV) é a causa mais comum de morte nas sociedades ocidentais, afetando tanto homens como mulheres. A relação entre os níveis séricos de lipoproteína de alta densidade (HDL) e a DCV está bem estabelecida na literatura: as baixas concentrações de HDL-colesterol constituem um fator de risco cardiovascular independente. As propriedades anti-aterogênicas da HDL se devem a diversos mecanismos, dentre os quais se destacam seu papel no transporte reverso de colesterol (TRC), e suas atividades antioxidantes, anti-inflamatórias, anti-apoptóticas, entre outras. Tais propriedades estão associadas aos diferentes componentes da HDL, como suas apolipoproteínas, enzimas associadas e fosfolípides específicos. Estudos recentes sugerem que a relação entre a HDL e o risco cardiovascular é mais complexa: a concentração plasmática de HDL não é o único determinante da sua capacidade ateroprotetora, e sua funcionalidade é independente da sua concentração. Dessa forma, investigação e caracterização da funcionalidade da HDL em estados fisiológicos e patológicos (i.e. hipoalfalipoproteinemia e hiperalfalipoproteinemia), através da medida de três de suas conhecidas propriedades ateroprotetoras: antioxidante, anti-inflamatória e anti-apoptótica, são bastante promissoras, podendo fornecer um perfil individual anti ou pró-aterogênico, com um grande potencial para alvos farmacológicos. (AU)