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Osteoblastos de côndilo femoral de ratos sob ação do uso crônico de álcool

Processo: 10/17858-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2011
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2012
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Clínica Odontológica
Pesquisador responsável:Luciane Dias de Oliveira
Beneficiário:Patrícia Uchôas Barbosa
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOSJC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil
Assunto(s):Espectroscopia Raman   Álcool   Adesão celular   Osteoblastos   Fosfatase alcalina

Resumo

Sabendo-se que o alcoolismo afeta milhões de pessoas no mundo e que seus efeitos sobre o tecido ósseo ainda não estão claramente elucidados, os objetivos do presente estudo serão avaliar os efeitos do uso crônico do álcool etílico por ratos, por diferentes períodos de tempo, em cultura de osteoblastos do osso trabecular de fêmur. Serão também avaliadas possíveis alterações bioquímicas em osteoblastos induzidas pelo uso crônico de álcool, bem como adesão de osteoblastos em amostras de titânio jateado. Serão utilizados 81 ratos machos (Wistar), de 3 meses de idade, divididos em 9 grupos experimentais (n=9), de acordo com a dieta, sendo que os grupos G1, G2 e G3 receberão solução alcoólica a 20% e ração à vontade por 8, 16 e 24 semanas, respectivamente; os grupos G4, G5 e G6 (controle nutricional isocalórico) receberão dieta líquida com sacarose e ração com as mesmas calorias ingeridas pelos grupos G1, G2 e G3, respectivamente; os grupos G7, G8 e G9 (controle) serão tratados com água e ração à vontade por 8, 16 e 24 semanas, respectivamente. Culturas primárias de osteoblastos serão isoladas de biópsias do osso trabecular do côndilo femoral dos animais. Nestas células serão avaliados: adesão, proliferação, viabilidade celular, conteúdo de proteína total, atividade da fosfatase alcalina, produção de TGF-²1, TNF-± e IL-6 após 3, 7 e 14 dias de cultura e formação de nódulos de mineralização após 14 dias. As células também serão utilizadas para verificar adesão à superfície de titânio jateado após 14 dias e serão avaliadas por espectroscopia Raman para verificar possíveis alterações bioquímicas (ácidos nucléicos, proteínas, lipídeos e carboidratos) nos osteoblastos dos diferentes grupos avaliados. Os resultados serão analisados estatisticamente, com nível de significância 5%.