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Preparação e caracterização de carreadores lipídicos nanoestruturados, contendo dibucaína

Processo: 10/18755-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2011
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2012
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia - Análise Toxicológica
Pesquisador responsável:Eneida de Paula
Beneficiário:Taciani dos Santos Bella
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:06/00121-9 - Novas formulações de anestésicos locais de liberação controlada: do desenvolvimento ao teste clínico odontológico, AP.TEM
Assunto(s):Dibucaína   Anestésicos locais   Citotoxicidade   Carreadores lipídicos nanoestruturados

Resumo

Dentre os fármacos usados para aliviar ou eliminar a dor, encontram-se os anestésicos locais (AL). Esses compostos são capazes de bloquear, reversivelmente, a condução nervosa quando aplicados em uma região determinada do corpo; têm duração de ação relativamente curta, mas podem causar efeitos tóxicos para os sistemas nervoso central e cardiovascular. Um AL ideal deve apresentar ação anestésica duradoura e baixa toxicidade. A dibucaína, anestésico local do tipo amina-amida, apresenta uma estrutura bastante diferenciada dos demais anestésicos locais de uso clínico e, embora geralmente utilizada em aplicações transdérmicas, pode apresentar toxicidade sistêmica.Várias pesquisas têm sido desenvolvidas, objetivando prolongar a duração do efeito e diminuir a toxicidade de compostos anestésicos. Um caminho muito promissor foi aberto com o desenvolvimento de formulações anestésicas de liberação sustentada, utilizando carreadores que mantêm o fármaco por mais tempo no sítio de ação. Um desses caminhos consiste na utilização de Carreadores Lipídicos Nanoestruturados (CLN), produzidos pela mistura de lipídios sólidos a temperatura ambiente, com lipídios líquidos (óleo) em meio aquoso.Este trabalho tem como objetivo preparar carreadores lipídicos nanoestruturados, no intuito de promover a encapsulação da dibucaína, os quais serão caracterizados. A formulação produzida será utilizada em ensaios in vitro para determinação de sua toxicidade, em linhagens de células de queratócitos (HaCaT) e fibroblastos de pulmão de ratos (3T3).

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