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Avaliação do peptídeo WT1-pTj derivado da proteína de Tumor de Wilms como novo agente antitumoral usando sistemas in vitro e in vivo de melanoma murino e humano

Processo: 10/14638-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2011
Vigência (Término): 31 de agosto de 2012
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada
Pesquisador responsável:Luiz Rodolpho Raja Gabaglia Travassos
Beneficiário:Mariana Hiromi de Souza Massaoka
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Melanoma   Oncologia

Resumo

Diversos estudos tem sido desenvolvidos na UNONEX (UNIFESP) sobre peptídeos bioativos com atividade antitumoral em sistemas in vitro e in vivo. Vários desses peptídeos são derivados de imunoglobulinas de várias especificidades e as atividades observadas envolvem, de modo geral, efeitos apoptóticos cujos alvos primários estão sendo determinados. A descoberta de alvos de superfície e internos em células tumorais que possam reagir com anticorpos monoclonais, peptídeos ou pequenas moléculas é uma tarefa primordial da farmacologia do câncer. Efeitos letais para a célula tumoral podem ser obtidos pela reatividade ou bloqueio desses alvos ou pelo endereçamento de drogas a esses sítios específicos da célula tumoral. Recentemente, demonstramos a expressão da proteína do tumor de Wilms (WT1) em células de melanoma humano (SKmel 28) e também em células de glioblastoma e câncer de mama. Foi localizada uma seqüência peptídica na proteína WT1 humana com características "troianas", isto é, contendo uma série de resíduos de aminoácidos básicos (R/K) intercalados que permitem a entrada eficiente na célula desses peptídeos. Peptídeos troianos tem sido utilizados para a entrega de quimioterápicos em vários sistemas. Na sequência da WT1, proteína expressa na maioria das células de melanoma e glioblastoma, o peptídeo troiano WT1-pTj, encontra-se adjacente a domínios "Zn-finger" na região C-terminal, e foi capaz de inibir a proliferação tanto da linhagem de melanoma humano (SKmel 28) como murino (B16F10-Nex2). Essa inibição pode estar ligada a uma competição com sítio ativo da WT1 que seja importante para a proliferação da célula tumoral. Esse projeto tem como objetivo principal avaliar a ação do peptídeo WT1-pTj na proteção in vivo contra o melanoma murino B16F10-Nex2 e in vitro e in vivo contra linhagens de melanoma humano, com vistas ao seu desenvolvimento como droga terapêutica antitumoral. Outras linhagens tumorais humanas serão igualmente testadas in vitro para estabelecer um painel de reatividade do peptídeo e propor mecanismos de ação.

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