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Glândulas tegumentares em opiliões Gonyleptidae: há dimorfismo sexual em espécies de diferentes subfamílias?

Processo: 10/20833-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2011
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Morfologia dos Grupos Recentes
Pesquisador responsável:Rodrigo Hirata Willemart
Beneficiário:Karen Massae Nashiro
Instituição-sede: Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:10/00915-0 - Comunicação química em opiliões (Arachnida, Opiliones): morfologia, comportamento e química, AP.JP
Assunto(s):Arachnida   Filogenia   Sistemática   Morfologia animal

Resumo

É esperado que estruturas que possuam um papel sexual sejam sexualmente dimórficas (Andersson 1997). Algumas glândulas conhecidas em opiliões (glândulas de cheiro, poros agregados tarsais, órgão tarsal perfurado) (Hara et al 2003; Willemart et al 2007) nunca foram comparadas entre os sexos, havendo portanto a possibilidade de um papel sexual (por exemplo de atração entre machos e fêmeas) ter sido subestimado. Neste projeto de Iniciação científica, tentaremos responder se há diferenças de morfologia externa entre glândulas de cheiro, poros agregados tarsais e o órgão tarsal perfurado (ver Willemart et al 2007) de machos e fêmeas. Como a resposta para nossa pergunta pode vir de qualquer espécie, tentaremos trabalhar com um grande número de espécies dentro de Gonyleptidae, em diferentes subfamílias, utilizando também um grupo externo à família como Gryne perlata (Cosmetidae, coleta em Irajuba, Bahia). Assim, esperamos também poder fazer inferências filogenéticas. O estudo morfológico será feito por micrografias de varredura: o material será limpo com ultrassom, montado em stub com fita dupla face, banhado a ouro e em seguida levado ao microscópio eletrônico de varredura. (AU)