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Mecanismos de translocação nuclear da proteína quinase c bi nas células tronco embrionárias murinas

Processo: 10/15424-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2011
Vigência (Término): 03 de janeiro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Deborah Schechtman
Beneficiário:Denise Aparecida Berti
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):13/13393-0 - Mecanismos de translocação nuclear da proteína quinase c beta i, BE.EP.PD
Assunto(s):Transdução de sinais   Peptídeos

Resumo

Células tronco embrionárias (CTE); proliferam mantendo a capacidade de se diferenciar em diversos tipos celulares (auto-renovação). Para o uso eficiente das CTEs na terapia celular necessita-se ainda desvendar os processos moleculares específicos da diferenciação e da auto-renovação das CTE. A família das serina/ treonina quinases, proteínas quinases C (PKC), vem sendo apontada como importantes enzimas para os processos de proliferação e diferenciação das CTEs; todavia, a função exata de cada isoforma dessa família composta por 10 isoenzimas ainda não está clara. Nos últimos anos nosso laboratório vem caracterizando o papel das diferentes isoenzimas das PKCs em CTE indiferenciadas. Nossos dados sugerem que dentre as PKCs expressas em CTE, formas de peso molecular menor da PKCBI são expressas no núcleo das CTE murinas e possivelmente por não conterem o pseudo-substrato, responsável pela auto-inibição da enzima são formas cataliticamente ativas da PKCBI. Além disso, estudos de fosfoproteômica indicam que a maioria dos substratos da PKCBI em CTE indiferenciadas são proteínas nucleares que regulam a transcrição de proteínas envolvidas em processos de proliferação/diferenciação. Constatamos também que durante a diferenciação ocorre uma mudança de localização sub-celular da PKCBI, que passa a ser expressa no citoplasma de várias células diferenciadas, e que algumas células deixam de expressar a PKCBI. Juntos, estes dados contribuem para a hipótese de que a PKCBI possa estar envolvida em processos importantes das CTE indiferenciadas, como por exemplo, a manutenção do seu estado indiferenciado. Desta forma dando continuidade aos resultados anteriores do laboratório; no presente projeto propomos utilizar técnicas de biologia molecular, microscopia confocal e espectrometria de massas para estudar os mecanismos pelos quais a PKCBI transloca para o núcleo das CTE indiferenciadas, e identificar proteínas nucleares que interagem direta/ indiretamente com a PKCBI em CTE indiferenciadas. Compreendendo os mecanismos que levam à translocação da PKCBI para o núcleo das CTE indiferenciadas e identificando as proteínas que interagem com a PKCBI nuclear, poderemos desvendar as cascatas de sinalização das CTE nos processos de proliferação e auto-renovação.

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
DUARTE, MARIANA LEMOS; PENA, DARLENE APARECIDA; NUNES FERRAZ, FELIPE AUGUSTO; BERTI, DENISE APARECIDA; PASCHOAL SOBREIRA, TIAGO JOSE; COSTA-JUNIOR, HELIO MIRANDA; ABDEL BAQUI, MUNIRA MUHAMMAD; DISATNIK, MARIE-HELENE; XAVIER-NETO, JOSE; LOPES DE OLIVEIRA, PAULO SERGIO; SCHECHTMAN, DEBORAH. Protein folding creates structure-based, noncontiguous consensus phosphorylation motifs recognized by kinases. Science Signaling, v. 7, n. 350 NOV 4 2014. Citações Web of Science: 20.

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