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Influência da umidade e temperatura na persistência de imazaquim e diclosulam

Processo: 10/16272-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2011
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Patrícia Andrea Monquero
Beneficiário:William Sanches Munhoz
Instituição-sede: Centro de Ciências Agrárias (CCA). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Araras , SP, Brasil
Assunto(s):Matologia   Fitotoxicidade   Degradação de contaminantes   Umidade do solo   Temperatura do ar   Herbicidas   Milho   Girassol

Resumo

No solo, estudos demonstram que os pesticidas podem sofrer distintos processos de dispersão, transporte e transformação, como lixiviação, escoamento superficial, evaporação e degradação. Em função disto, o objetivo deste trabalho será o de avaliar a influência da umidade do solo e temperatura do ar na degradação dos herbicidas diclosulam e imazaquim em um Latossolo Vermelho Distroférrico - textura argilosa. Em vasos preenchidos com amostras de solo, serão avaliados a persistência dos herbicidas imazaquim (0,15 kg i.a ha-1) e diclosulam (0,035 kg i.a. ha-1) aplicados em pré-emergência em ambientes compostos pela combinação das temperaturas de 17 e 24 ºC com quatro níveis de umidade no substrato (0, 40, 60 e 80% da capacidade de retenção de água) e sete períodos de avaliação (0, 15, 30, 45, 60, 75 e 90 dias após a aplicação dos tratamentos), utilizando como bioindicador milho, no caso do imazaquim e girassol no caso de diclosulam. A avaliação visual de fitotoxicidade será feita aos 7, 14, 21 e 28 dias após emergência, sendo que aos 28 dias será determinada a área foliar e a biomassa seca das plantas bioindicadoras.