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Dilemas éticos em recém-nascidos com malformações congênitas maiores em unidade neonatal de referência

Processo: 10/18175-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2011
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2012
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Pesquisador responsável:Vera Lúcia Jornada Krebs
Beneficiário:Raquel Andrade Moreno
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Ética profissional   Neonatologia   Recém-nascido

Resumo

No atendimento integral a recém-nascidos com malformações congênitas maiores, além do alto risco de mortalidade e morbidade, surgem dilemas éticos que exigem capacitação diferenciada da equipe de saúde. Entre esses dilemas, destacam-se: decisão de iniciar ou interromper tratamentos; influência da opinião dos pais nas condutas da equipe médica e alterações em suas dinâmicas familiares. No Berçário Anexo à Maternidade do HC-FMUSP a freqüência de recém-nascidos malformados é elevada em relação à população geral. O estudo baseia-se na hipótese de que esta alta incidência esteja associada à freqüência expressiva de dilemas éticos. O conhecimento destes dilemas e a reflexão sobre as condutas tomadas poderão contribuir para melhorar a assistência a esses recém-nascidos e a seus pais. OBJETIVOS: Identificar os dilemas éticos em portadores de malformações congênitas maiores admitidos em Unidade Neonatal Terciária; descrever as reações dos pais e as medidas de suporte e tratamento adotadas pela equipe multidisciplinar na evolução desses neonatos. CASUÍSTICA E MÉTODOS: Estudo prospectivo qualitativo de uma coorte de recém-nascidos vivos portadores de malformações congênitas maiores, diagnosticadas no período neonatal, admitidos no Berçário no período de novembro de 2010 a janeiro de 2011. Serão excluídos os natimortos e aqueles que faleceram no centro obstétrico. Os dilemas éticos serão identificados considerando-se o tipo de malformação e os recursos terapêuticos e/ou de suporte disponíveis em nosso meio. Os dados clínicos serão obtidos por análise de prontuários. As reações dos pais serão avaliadas em entrevistas realizadas pela pesquisadora na primeira semana após a admissão e durante a evolução clínica, utilizando o questionário de Baldini (1998). (AU)