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Prevalência e importância clínica das lesões de substância branca no lúpus eritematoso sistêmico juvenil

Processo: 10/11923-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2011
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2012
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Simone Appenzeller
Beneficiário:Lucas Ferretti Silveira
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:08/02917-0 - Determinação de marcadores séricos e do líquor associados a alterações estruturais e funcionais do sistema nervoso central no lúpus eritematoso sistêmico, AP.JP
Assunto(s):Ressonância magnética   Reumatologia

Resumo

O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença auto-imune, evolui com manifestações clínicas diversas, com períodos de exacerbações e remissões. É considerada uma doença multissistêmica sendo os sistemas renal, conjuntivo e cardíaco os mais afetados. As manifestações clínicas mais ocorrentes são lesões na pele, fotossensibilidade, ulcerações orais, artrite, serosite, alterações renais e neurológicas, anormalidades hematológicas e imunológicas. As alterações hematológicas são comuns no LES e podem ser decorrentes de diversas drogas usualmente empregadas nesta doença como corticosteróides e citostáticos como também da própria doença. Pacientes com LES apresentam alterações estruturais e funcionais que são detectáveis através da ressonância magnética, podendo avaliar algumas estruturas de substância branca e substância cinza para detectar o aumento da atrofia cerebral e alteração do sinal hipocampal. O objetivo deste trabalho é avaliar a prevalência de lesões de substância branca e atrofia cerebral em pacientes com LES juvenil seguido no ambulatório de reumatologia e determinar fatores associados a sua ocorrência.