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Flaremetria a "laser" na uveíte induzida em coelhos tratados com sulfato de morfina 1%.

Processo: 10/18466-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2011
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:José Luiz Laus
Beneficiário:Karina Kamachi Kobashigawa
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Uveíte   Oftalmologia

Resumo

Uveítes e ceratites são condições comumente encontradas na rotina da clínica oftálmica, estando associadas às inúmeras causas e doenças de base. Com este estudo, pretendem-se avaliar os efeitos da morfina 1% sobre o flare do humor aquoso em 10 leporinos submetidos à paracentese da câmara anterior. Anteriormente à indução da uveíte (M0), a pressão intraocular (PIO) e a contagem de fótons da câmara anterior serão avaliados. Ato contínuo, ambos os olhos serão submetidos à paracentese da câmara anterior. Imediatamente após, um olho será tratado localmente, à intervalos regulares de 60 minutos, com morfina 1%. Cinco horas depois, nova aferição da PIO e da contagem de fótons e a valiação de parâmetros qualitativos serão levados à efeito (M1). Os procedimentos relativos à quantificação da turbidez do humor aquoso (flarimetria a laser), assim como a ruptura da câmara anterior, por meio de paracentese serão realizados sob anestesia geral com cetamina e xilazina e colírio anestésico a base de proximetacína. Os dados obtidos em M0 e M1 serão comparados ao teste de análise de variância de via única para medidas repetidas, seguido pelo teste Bonferroni. Possíveis correlações entre a PIO e a contagem de fótons existente na câmara anterior será avaliada pelo teste de Pearson. Em todas as análises adotar-se-á significância de p<0,05.