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Doença de Alzheimer e de Parkinson: estudo comparativo da coerência do eletrencefalograma

Processo: 10/11951-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2011
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2012
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Lineu Corrêa Fonseca
Beneficiário:Elaine Cristina Faria Abrahão Machado
Instituição-sede: Faculdade de Medicina. Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-CAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Doença de Alzheimer   Doença de Parkinson   Eletroencefalografia

Resumo

As duas afecções neurodegenerativas mais comuns do idoso são a doença de Parkinson (DP) e a doença de Alzheimer (DA), conhecidas por causar intensas repercussões biopsicossociais. Estudos da atividade elétrica cerebral (EEG) podem trazer subsídios quanto ao embasamento fisiopatológico e ao diagnóstico dessas condições clínicas. As análises de coerência do EEG trazem informações das conexões entre várias regiões e consequentemente sobre as redes neurais. São poucos e limitados os estudos comparativos da coerência no EEG na DP e DA. O objetivo deste estudo é avaliar, comparativamente, o EEG quanto à coerência da atividade elétrica cerebral, em pacientes com DP e DA. Serão avaliados cerca de 40 pacientes procedentes do ambulatório de Neurologia do HMCP da PUC-Campinas, com diagnóstico de DP conforme os critérios de Calne et al. (1992) e 40 pacientes com diagnóstico de DA segundo os critérios da American Psychiatric Association (1994) e do NINCDS/ADRDA (McKhann et al., 1984). Os procedimentos desta pesquisa serão: Bateria CERAD (Consortium to Establish a Registry for Alzheimer´s disease), testes de funções executivas, inventario neuropsiquiátrico de Cummings, inventario de depressão de Hamilton e eletrencefalograma digital e quantitativo com analise de coerências inter e intra-hemisféricas, nas faixas clássicas deltas, teta, alfa e beta. Será feita comparação entre os achados do EEG na DA e na DP (com ou sem demência), assim como com grupo controle de 50 indivíduos de gênero, faixa etária e nível de escolaridade similar, porém sem história de declínio cognitivo, desordem neurológica ou psiquiátrica prévia. (AU)