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Emprego do gene repórter luciferase para determinação de atividade de reparo de DNA em células animais

Processo: 10/20506-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de março de 2011
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Mutagênese
Pesquisador responsável:Carlos Frederico Martins Menck
Beneficiário:Clarissa Ribeiro Reily Rocha
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:09/52417-7 - Respostas celulares a lesões no genoma, AP.TEM
Assunto(s):Reparo do DNA   Genes reporter   Proteína supressora de tumor p53   Luciferases   Glioma   Bioluminescência

Resumo

O material genético celular está constantemente sujeito a uma variedade de agentes lesivos que podem gerar danos ao DNA, com a consequente instabilidade genômica. No entanto, virtualmente todas as células contam com um complexo sistema de reparo de DNA que mantém aintegridade do material genético. Não obstante, células tumorais e várias doenças genéticas estãoassociadas a deficiências no reparo de DNA. Neste projeto pretendemos aproveitar o eficaz gene repórter da luciferase em duas estratégias para avaliar processos de reparo de DNA em dois diferentes contextos biológicos. O uso de genes repórteres, como o que codifica a proteína luciferase, permite a avaliação do reparo de DNA celular a partir de determinação da atividade dessa enzima, cuja transcrição é reduzida na presença de lesões. Dessa forma, a existência de processos de reparo de DNA resulta em uma expressão mais elevada do gene repórter contendo lesões induzidas por agente genotóxico, em relação a células deficientes em reparo de DNA. A essa atividade se denomina reativação pela célula hospedeira (HCR, do inglês, Host cell reactivation). Pretendemos nesse projeto utilizar essa metodologia para avaliar a funcionalidade de alelos de genes de reparo e investigar a participação de diferentes sistemas de reparo no processamento de lesões oxidativas e lesões causadas por quimioterápicos, induzidas diretamente no DNA plasmidial de expressão do gene repórter. Além disso, pretendemos desenvolver sistemas de avaliação de crescimento tumoral in vivo, empregando células tumorais portadoras desse gene. Nesta etapa investigaremos a importância da proteína p53 na progressão tumoral de células de glioma humano inoculados em animais, tratados com agentes quimioterápicos. Para isso, inicialmente serão estabelecidas linhagens de glioma comp53 selvagem ou mutado que expressem constitutivamente o gene repórter luciferase. A metodologia de imageamento de bioluminescência in vivo permitirá avaliar a eficiência do quimioterápico no crescimento do tumor. Acreditamos que estas abordagens nos permitirão conhecer melhor as respostas de células humanas a esses agentes quimioterápicos, assim como identificar alvos potenciais para serem empregados como co-adjuvantes em processos terapêuticos. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
MAGALHAES, YULI T.; SILVA, GISELE E. T.; OSAKI, JULIANA H.; ROCHA, CLARISSA R. R.; FORTI, FABIO L. RHOAming Through the Nucleotide Excision Repair Pathway as a Mechanism of Cellular Response Against the Effects of UV Radiation. FRONTIERS IN CELL AND DEVELOPMENTAL BIOLOGY, v. 8, AUG 19 2020. Citações Web of Science: 0.
Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
ROCHA, Clarissa Ribeiro Reily. Mecanismos de resistência à quimioterápicos em células tumorais.. 2015. Tese de Doutorado - Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Ciências Biomédicas São Paulo.

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