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Diversidade molecular e evolução in vitro de coronavírus canino (CCoV)

Processo: 10/19399-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2011
Vigência (Término): 31 de agosto de 2014
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva
Pesquisador responsável:Paulo Eduardo Brandão
Beneficiário:Iracema Nunes de Barros
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Virologia   Viroses em animais   Cães   Infecções por Coronavirus   Alphacoronavirus 1   Coronavirus canino   Gastroenterite   Parvovirus canino   Filogenia   Análise de sequência de DNA   Glicoproteína da espícula de Coronavirus   Proteínas da membrana   Proteínas do nucleocapsídeo

Resumo

O coronavírus canino (CCoV) causa gastroenterite em cães jovens, podendo levar a elevadas morbidade e mortalidade, sobretudo em função da capacidade de potencializar infecções por outros agentes, como, por exemplo, o parvovírus canino (CPV). O CCoV é formalmente conhecido como Alphacoronavirus 1, da ordem Nidovirales, família Coronaviridae, subfamília Coronavirinae, gênero Alphacoronavirus). A principal proteína estrutural dos coronavírus é a proteína de espícula (S) responsável pela atividade hemaglutinante e sendo o principal alvo para anticorpos neutralizantes. A proteína S é, ainda, o alvo de anticorpos para neutralização viral e para a produção de inibidores da hemaglutinação, tornando-se útil como componente vacinal e de diagnóstico para detecção de diferentes linhagens. No Brasil, sabe-se que há os dois tipos de linhagens de CCoV, o tipo I e o tipo II, sendo que há presença de duas sublinhagens do CCoV do tipo II, sendo que está última apresentando as sublinhagens 01 e 02, sendo a sublinhagem 02 de CCoV tipo II tipicamente brasileira. Baixa identidade genotípica em S podem promover baixa ou inconsistente proteção-cruzada. Desse modo, fica evidente a necessidade de estudos que investiguem a capacidade protetora das amostras vacinais em uso no Brasil para que se apontem para alternativas diagnósticas e vacinais nacionais, caso a proteção cruzada não se comprove. Desse modo, os objetivos do presente projeto são padronizar uma multiplex PCR para detecção simultânea de CCoV e parvovírus canino (CPV) em amostras fecais de cães jovens, investigar a presença de CCoV e CPV em amostras fecais de cães jovens não vacinados, estudar a diversidade molecular das amostras de CCoV de cães jovens de modo comparativo com base em sequenciamento parcial dos genes codificadores das proteínas de membrana (M), de espícula (S) e do nucleocapsídeo (N) destas amostras e comparar estas amostras estudadas com amostras vacinais e com as já detectadas em outros países através de sequências disponíveis no GenBank para os genes M, S e N, e estudar a evolução in vitro do coronavírus canino em células A72 de fibroma canino. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
BARROS, Iracema Nunes de. Diversidade molecular e evolução in vitro de coronavírus canino (CCoV). 2015. Tese de Doutorado - Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia São Paulo.

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