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Análise morfológica, histoquímica e imuno-histoquímica do corpo gorduroso das larvas de Apis mellifera africanizada expostas as doses sub-letais do inseticida tiametoxam

Processo: 10/20251-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2011
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Zoologia Aplicada
Pesquisador responsável:Elaine Cristina Mathias da Silva Zacarin
Beneficiário:Bárbara Matiello Mongelli
Instituição-sede: Centro de Ciências e Tecnologias para a Sustentabilidade (CCTS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Sorocaba , SP, Brasil
Assunto(s):Morte celular   Toxicologia veterinária   Morfologia animal   Abelhas

Resumo

As abelhas da espécie Apis mellifera Linnaeus, 1758 (Himenoptera: Apidae), são insetos eussociais polinizadores, importantes para as espécies de cultivo no mundo. A integridade e saúde dos indivíduos das colmeias têm sido ameaçadas pelo amplo uso de inseticidas na agricultura. Tal problema de intoxicação das abelhas ocorre por que os resíduos de inseticidas podem estar presentes no néctar e pólen coletado nas flores, contaminando não só as abelhas que forrageiam as áreas de cultivo, como também o restante da colônia. Com isto, as larvas e demais indivíduos podem ser contaminados, via alimentação, com o pólen, néctar e mel contendo os resíduos de inseticidas, afetando indiretamente a produtividade da colônia. Dentre os inseticidas aplicados na agricultura, destacam-se os neonicotenóides, tais como o Tiametoxam, o qual atua mimetizando a acetilcolina, mecanismo que leva à morte do inseto. Embora seja um inseticida neurotóxico, a exposição das larvas a doses sub-letais desse composto químico pode ativar respostas celulares em órgãos envolvidos no processo de desintoxicação, dentre os quais se destaca o corpo gorduroso das abelhas. Dessa forma, o objetivo desse projeto é avaliar as respostas celulares do corpo gorduroso de larvas de Apis mellifera africanizada expostas a doses sub-letais de Tiametoxam em bioensaios toxicológicos. Essas respostas celulares nos trofócitos e enócitos do corpo gorduroso são indicativas de adaptação celular e/ou de citotoxicidade e podem ser avaliadas por meio de parâmetros morfológicos e histoquímicos, bem como por imuno-histoquímica para avaliação da expressão das proteínas de estresse (HSP) e morte celular. Não há relatos sobre os efeitos da toxicidade de neonicotenóides no corpo gorduroso de larvas de Apis mellifera, com isto, torna-se necessária a realização destes estudos que adicionarão dados sobre os efeitos sub-letais do Tiametoxam nesses indivíduos. (AU)

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