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Estudo de um modelo experimental murino de infecção pelos vírus da dengue isolados de pacientes

Processo: 10/12664-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2011
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Pesquisador responsável:Victor Hugo Aquino Quintana
Beneficiário:Veridiana Ester Dias de Barros Luiz
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Histologia   Infecções por Flavivirus   Vírus da dengue   Citocinas

Resumo

A dengue é uma doença infecciosa, não contagiosa, causada pelo vírus da dengue (DENV). Este vírus é transmitido ao homem pela picada de mosquitos fêmeas do gênero Aedes, principalmente o Aedes aegypti, um mosquito doméstico com atividade hematofágica diurna. À infecção com qualquer um dos quatro sorotipos virais (DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4) pode cursar de forma assintomática ou produzir quadros clínicos que variam desde uma febre indiferenciada e autolimitada, passando pela febre clássica da dengue (FD), até os quadros mais graves denominados dengue hemorrágica / síndrome do choque da dengue (FHD/SCD). A infecção pelo DENV produz imunidade duradoura sorotipo específica, mas é apenas parcial e transitória para infecções subsequentes que envolvam outro sorotipo. A patogênese dos casos mais graves ainda não é completamente esclarecida, devido principalmente, à ausência de um modelo animal que reproduza a doença observada no homem. Diversos grupos têm descrito modelos animais para estudar diferentes fatores relacionados com a infecção e patogênese da dengue. Camundongos humanizados, imunocompetentes e imunocomprometidos têm sido desenvolvidos para analisar diversos aspectos da doença, mas sempre utilizando vírus adaptados em laboratório. Neste estudo temos por objetivo estabelecer um modelo experimental de infecção utilizando vírus isolados dos pacientes, ou seja, não adaptados em laboratório em camundongos Balb/C e C57Bl/6. Para tal, os animais serão submetidos a diferentes estratégias de infecção para posteriores análises histopatológicas e do perfil de produção de citocinas anti e pró-inflamatórias. (AU)

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