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Harmonização de técnicas utilizadas para determinação da segurança e eficácia de fotoprotetores e avaliação dos mesmos sobre o impacto na biodiversidade marinha

Processo: 10/09240-6
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 01 de outubro de 2010
Vigência (Término): 31 de março de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacotecnia
Pesquisador responsável:Vânia Rodrigues Leite e Silva
Beneficiário:Vânia Rodrigues Leite e Silva
Anfitrião: Michael Stephen Roberts
Instituição-sede: Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Diadema. Diadema , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Queensland, Brisbane (UQ), Austrália  
Assunto(s):Cosmetologia   Protetores solares   Fator de proteção solar   Neoplasias cutâneas

Resumo

A população australiana apresenta o maior índice de câncer de pele do mundo, embora o risco de desenvolver a doença possa diminuir drasticamente quando se considera o comportamento apropriado do uso do protetor solar. No Brasil, o número de casos de câncer de pele tem aumentado, representando considerável problema de saúde pública. Para prevenir as pessoas dos danos causados pelo sol, produtos com alto fator de proteção solar (FPS) são amplamente aceitos no mercado, entretanto uma das grandes preocupações é a eficácia e segurança desses produtos. O Brasil não possui um "Guia" com métodos padronizados para determinação do FPS, para tanto tem recorrido àqueles elaborados pelos Estados Unidos, Europa e Austrália. Outro aspecto a ser considerado é a preocupação com o meio ambiente, pois cerca de 5.000 toneladas de protetores solares são "deixados" nos oceanos pelos banhistas anualmente. Pesquisas realizadas na barreira de corais da Austrália verificaram que mais de 10% dessa espécie estão ameaçadas pelo branqueamento induzido por esses produtos. Assim, o presente projeto tem como principal objetivo adquirir conhecimento dos métodos utilizados na Austrália para avaliação de protetores solares eficazes e seguros para o usuário brasileiro e com ênfase para a diminuição dos danos ao meio ambiente. Esse estudo torna-se relevante na medida em que se trata de um assunto que já vem sendo discutido internacionalmente e ainda não existe consenso quanto à harmonização dos termos utilizados nas rotulagens como eco-friendly ou marine- friendly ou reef- safe, principalmente no que diz respeito à metodologia de testes e regras de rotulagem aqui no Brasil. Serão realizados testes de eficácia fotoprotetora in vitro e in vivo comparando o método australiano com o utilizado no Brasil e testes in vivo para adquirir conhecimentos da fundamentação da técnica e metodologia dos equipamentos capazes de medir: hidratação, ação anti-inflamatória, anticomedogênica, alergia, irritação e luminosidade para comprovação da eficácia dos produtos fotoprotetores em estudo. O projeto possui a efetiva colaboração e envolvimento da Universidade de Queensland, Brisbane e do Australian Photobiology Testing Facility (APTF), Sydney, ambos na Austrália. (AU)

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