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Papel de sirt1 no estabelecimento de marcas epigenéticas aberrantes associadas à transformação maligna de melanócitos

Processo: 11/01663-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2011
Vigência (Término): 31 de maio de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética
Pesquisador responsável:Miriam Galvonas Jasiulionis
Beneficiário:Fabiana Marcelino Meliso
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:06/61293-1 - Contribuição da metilação de DNA na carcinogênese, AP.JP
Assunto(s):Reparo do DNA   Transformação celular neoplásica   Epigênese genética   Melanócitos

Resumo

Entre os principais transtornos mundiais, o câncer permanece como a segunda doença responsável pelo maior número de mortes no mundo e o melanoma é, cada vez mais, um dos tipos mais preocupantes de tumor. Os tumores, como amplamente estudado, estão relacionados a fatores genéticos e epigenéticos, entretanto, até o momento, não está claro quais são os fatores que levam ao estabelecimento dos padrões epigenéticos aberrantes, associados tanto ao início quanto à progressão tumoral. Foi demonstrado que Sirt1, uma deacetilase de histonas da classe III, é atraída para sítios de quebra da dupla fita de DNA e pode, ao recrutar componentes da maquinaria epigenética, levar ao silenciamento epigenético aberrante naquela região (O'HAGAN et al., 2008). Além desse, estudos subseqüentes têm advertido papéis importantes de Sirt1 e de outros componentes da maquinaria epigenética, como DNA metiltransferases, no início e progressão neoplásica. Nesse sentido, utilizando um modelo murino de transformação maligna de melanócitos associado a condições sustentadas de estresse, nosso objetivo é analisar se seqüências genômicas alvos de Sirt1, sob condição de estresse oxidativo, são alvo de metilação aberrante durante a progressão do melanoma.