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Preparo e caracterização de nanopartículas poliméricas para liberação modificada do anestésico local articaína

Processo: 11/00844-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2011
Vigência (Término): 30 de novembro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Química de Macromoléculas
Pesquisador responsável:Leonardo Fernandes Fraceto
Beneficiário:Estefânia Vangelie Ramos Campos
Instituição-sede: Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus Experimental de Sorocaba. Sorocaba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:06/00121-9 - Novas formulações de anestésicos locais de liberação controlada: do desenvolvimento ao teste clínico odontológico, AP.TEM
Assunto(s):Anestésicos locais   Nanopartículas poliméricas   Sistemas de liberação de medicamentos   Carticaína   Nanobiotecnologia

Resumo

Os anestésicos locais (AL) são moléculas anfifílicas utilizadas no controle da dor crônica ou aguda e que possuem toxicidade proporcional à potência. Os principais efeitos tóxicos dos AL são decorrentes de sua absorção sistêmica, após administração regional, e pode levar à neurotoxicidade e/ou cardiotoxicidade.A articaína, ATC, é um AL da classe das amino-amidas, que juntamente com dois outros AL desta classe, a lidocaína (LDC) e a ropivacaína (RVC), têm sido os fármacos de escolha em procedimentos odontológicos, anestesia regional e terapia da dor aguda e crônica. As características desejáveis para um AL incluem, além de longa duração de ação e a diminuição da toxicidade local e/ou sistêmica. Uma alternativa que atualmente tem se mostrado capaz de promover estes efeitos desejáveis é a liberação modificada desses fármacos, através do desenvolvimento de sistemas de liberação de fármacos. Alguns exemplos de sistemas de liberação de fármacos amplamente estudados atualmente são os lipossomas, micro e nanopartículas poliméricas, nanopartículas lipídicas sólidas e géis bioadesivos. Estes sistemas agem como compartimentos transportadores de fármacos ou outras moléculas ativas, sendo capazes de alterar as propriedades terapêuticas do fármaco a eles incorporados, levando à inúmeras vantagens, como o aumento da estabilidade do fármaco, liberação mais lenta e prolongada, diminuição da toxicidade, direcionamento a tecidos-alvo, entre outras. O objetivo deste projeto é desenvolver (preparar e caracterizar) formulações de liberação modificada para o anestésico local articaína a fim de melhorar as propriedades farmacológicas deste anestésico local, objetivando uma futura aplicação clínica. Por se tratar de novas formulações pretende-se também avaliá-las quanto à citotoxicidade in vitro, em comparação a formulação comercialmente disponível.