| Processo: | 11/01736-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Dimas Tadeu Covas |
| Beneficiário: | Marcela Cristina Corrêa de Freitas |
| Instituição Sede: | Hemocentro de Ribeirão Preto. Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP (HCMRP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Clonagem Coagulação Fator VII |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | clonagem | coagulação | Fator VII | Biologia Molecular e Celular |
Resumo O rFVII tem sido o alvo terapêutico, principalmente, nos pacientes portadores de hemofilia que desenvolvem inibidores aos tratamentos utilizados, seja devido a administração de hemoderivados ou do respectivo recombinante. Dados do Ministério da Saúde apontam que 5% a 30% dos pacientes com hemofilia A severa desenvolvem inibidores, ou seja, anticorpos da classe IgG contra o FVIII. Dentre os hemofílicos B, a incidência de inibidores de FIX é mais baixa, cerca de 3%. Nesses casos, a administração do rFVII já é considerado o tratamento de primeira escolha, uma vez que as evidências indicam sua eficácia e apresenta menos efeitos adversos que as estratégias terapêuticas atuais. O fator VII humano é uma glicoproteína dependente da vitamina K que tem a função de iniciar a cascata de coagulação sanguínea, ao formar um complexo com o fator tecidual. Está localizado no cromossomo 13 na região 13q34 e além de ser utilizado para tratar pacientes com inibidores de FVIII e FIX, também é utilizado no tratamento da deficiência do FVII transmitida por herança autossômica recessiva. Em 25 de março de 1999 a FDA (Food and Drug Admini-stration) aprovou o uso do primeiro e único recombinante fator VII - rFVII chamado de NovoSeven®. Este produto é produzido em células murinas (BHK) e necessita de modificações pós-traducionais, tais como a ³-carboxilação dependente de vitamina K, de suma importância para produção da proteína ativa. Além disso, o custo do tratamento é bastante elevado, o que justifica o desenvolvimento de um produto nacional. Dentro deste contexto e devida à importância das proteínas da cascata de coagulação, esse projeto tem como objetivo desenvolver um vetor contendo sequências estabilizadoras e que expresse o fator VII de coagulação sanguínea em linhagens celulares humanas com baixa expressão da proteína calumenina (inibidor da ³-carboxilação). Este trabalho tem o intuito de desenvolver um FVIIr mais similar ao presente no plasma humano, o que possibilitará uma forma de tratamento mais segura e eficaz aos pacientes portadores de hemofilias. (AU) | |
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