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Análise morfofuncional do papel do receptor beta ²-adrenérgico na regeneração do músculo sóleo

Processo: 11/01168-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2011
Vigência (Término): 31 de março de 2012
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia
Pesquisador responsável:Elen Haruka Miyabara
Beneficiário:Thiago Loureiro Goldmann Cosenza
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Sistema musculoesquelético   Regeneração muscular   Receptores adrenérgicos beta 2   Camundongos knockout

Resumo

O músculo esquelético é um tecido que apresenta notável capacidade de regeneração perante estímulos lesivos. Apesar da regeneração muscular ser bem conhecida em nível estrutural, as vias intracelulares envolvidas nesse processo ainda não foram totalmente elucidadas. Estudos têm sugerido o receptor beta-2 adrenérgico como um importante mediador da resposta regenerativa visto que a estimulação beta-2 adrenérgica através do tratamento com agonistas beta-2 adrenérgicos são capazes de induzir hipertrofia muscular e recuperação da massa muscular após lesão. Sendo assim, é provável que o receptor beta-2 adrenérgico deva exercer um importante papel no processo regenerativo do músculo esquelético. Neste contexto a utilização de animais knockout para o receptor beta-2 adrenérgico representa uma boa ferramenta para se analisar o papel específico deste receptor na regeneração muscular. Considerando-se que ainda não se conhece o papel do receptor beta 2-adrenérgico na regeneração muscular, nós decidimos estudar o papel do receptor beta 2-adrenérgico em diferentes fases (1 e 10 dias após lesão) da regeneração muscular utilizando-se camundongos knockout para tal. Para tanto, os músculos sóleos em regeneração dos camundongos knockout para o receptor beta 2-adrenérgico serão submetidos à análise macroscópica (peso corporal e muscular), histológica (coloração de azul de toluidina), imunohistoquímica (detecção de macrófagos,) molecular (western blot para AKT fosforilado e total e mTOR fosforilado e total) e funcional (análise da contração tetânica máxima) em 1 e 10 dias após lesão. (AU)