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Identificação de genes diferencialmente expressos no útero e vagina de ratas tratadas com isoflavonas ou estrogênios.

Processo: 10/11900-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2011
Vigência (Término): 30 de setembro de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:José Maria Soares Junior
Beneficiário:Adriana Aparecida Carbonel Castro Ferreira
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Vagina   Saúde materno-infantil   Útero   Genisteína   Expressão gênica

Resumo

Em virtude das repercussões causadas pelo uso das isoflavonas em mulheres na menopausa e na pós-menopausa, há interesse de se estudar os mecanismos gênicos e moleculares relacionados à ação desses hormônios no sistema genital feminino, e também na expressão da matriz extracelular e o estresse oxidativo. Pretendemos verificar se o mecanismo de ação dos princípios ativos das isoflavonas (genesteína) é o mesmo dos estrogênios, ou seja, quais os genes que estão mais ou menos expressos no útero e na vagina. Metodologia: Serão utilizadas 30 ratas, EPM-1 Wistar (Rattus norvegicus albinus), fêmeas, adultas, com dois meses de idade, divididas em grupos: Grupo I - imediatamente após ooforectomia (controle) (n=10) serão tratadas apenas com o veículo (propilenoglicol); Grupo II - imediatamente após a ooforectomia serão tratadas com Genisteína (50 mg) (n=10) Grupo III - imediatamente após a ooforectomia serão tratadas com 17² estradiol (5 mg/Kg) (n=10). Vinte e quatro horas após a última administração dos fármacos ou do veículo, em todos os grupos serão retiradas o útero e vagina e imediatamente serão mergulhados em nitrogênio líquido e mantidos no freezer a - 80º C até a realização dos experimentos de biologia molecular. O cDNA obtido será utilizado como molde na reação de PCR em tempo real, utilizando-se os kits para estudo da sinalização dos receptores de estrogênio, matriz extracelular e o estresse oxidativo. Pretendemos com estes resultados esclarecer e até sugerir mudanças na concentração desses dois princípios ativos e na composição das isoflavonas comercializadas, no propósito de evitar possíveis efeitos colaterais indesejáveis. As reações serão analisadas por métodos estatísticos próprios para as técnicas de biologia molecular.