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Estudo do papel das células progenitoras endoteliais na reperfusão e re-endotelialzação da artéria carótida de camundongos após injúria produzida por lesão fotoquímica

Processo: 10/19376-2
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2011
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Cristina Pontes Vicente
Beneficiário:Tiago Leoni Aialla
Instituição Sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Células progenitoras endoteliais   Terapia baseada em transplante de células e tecidos   Trombose
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:celulas progenitoras endoteliais | terapia celular | trombose arterial | trombose

Resumo

As células progenitoras endoteliais (CPEs) foram inicialmente descritas em 1997 por Asahara. Estas células são capazes de migrar para o local onde existem lesões endoteliais e se diferenciar em células endoteliais maduras promovendo a formação de novos vasos e auxiliando na recuperação do endotélio lesionado. A trombose, o estresse oxidativo e o processo inflamatório desencadeados pela lesão arterial afetam a proliferação de células musculares lisas e células endoteliais já presentes no local da lesão arterial, além da migração das CPEs para o local da lesão. Um aumento do número de células endoteliais circulantes pode aumentar a possibilidade de captação destas durante o processo de trombose e auxiliar na recanalização e re-endotelização do vaso lesionado.O processo de trombose arterial em animais induzido por ação fotoquímica utilizando o corante Rosa de Bengala e sua ativação pela luz laser a 543 nm promove uma lesão pontual onde há a perda de células endoteliais expondo as camadas subendoteliais do vaso e iniciando a cascata de coagulação sanguínea e conseqüente formação do trombo. Esse projeto visa estudar o efeito das células progenitoras endoteliais (CPE), injetadas por via endovenosa antes da lesão arterial, na revascularização e na reendotelização do vaso em diferentes tempos após lesão arterial induzida por reação fotoquímica.A compreensão do papel das CPEs na resolução do trombo arterial e recuperação dos vasos lesionados pode ser de grande auxílio no tratamento de lesões ateroscleróticas que podem desencadear doenças cardiovasculares.

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