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Gênero, corporalidades

Processo: 05/00898-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de julho de 2005
Vigência (Término): 30 de junho de 2006
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Antropologia
Pesquisador responsável:Mariza Corrêa
Beneficiário:Camila Antonino Pinto
Instituição-sede: Reitoria. Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:03/13691-0 - Gênero, corporalidades, AP.TEM
Assunto(s):História da ciência   Transtornos do desenvolvimento sexual   Identidade de gênero   Sexualidade   Corporeidade

Resumo

Inserido no projeto “Gênero, corporalidades” (Proc.N 03/13691-0) encontra-se o eixo intitulado “Plasticidade corporal, sexo e gênero”. A proposta encaminhada elege a pesquisa comparativa entre as práticas médicas nos Estados Unidos e no Brasil no caso de redefinição de crianças nascidas com ‘sexo ambíguo’. Vale lembrar que a produção sociológica norte-americana a respeito do assunto encontra-se razoavelmente delineada, uma vez que nos últimos dez anos observou-se seu crescimento. Nota-se, porém, uma limitação em relação a tal produção. Assim, destacar-se-á a situação no Brasil. Considerando-se que aqui não existem associações de intersexuais, deve-se iniciar a investigação através da análise das teses médicas que tratam do assunto. Para tanto, faz se necessário acompanhar a atuação do GIEDDS – Grupo Interdisciplinar de Estudos da Determinação e Diferenciação do Sexo, da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp. Sua criação data de 1988 e conta com profissionais de áreas diversas, tais como: pediatria, genética médica, endocrinologia, cirurgia pediátrica, psicologia, serviço social, radiologia, anatomia patológica, medicina legal e biologia molecular. A partir disso, tentar-se-á estabelecer uma comparação entre o Brasil e os Estados Unidos, considerando-se o GIEDDS e o Johns Hopkins Hospital, como referências principais da pesquisa. Concomitantemente, serão realizadas buscas na Internet sobre associações de intersexuais que não a ISNA (Intersex Society of North America). Além disso, deve-se acompanhar a circulação nacional ou internacional de pesquisadores brasileiros ligados ao tema, através da bibliografia citada. (AU)