Busca avançada
Ano de início
Entree

Produção de folhas jovens ou baby leaf de agrião, alface, beterraba e rúcula, em diferentes volumes de células em ambiente protegido

Processo: 09/01017-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de abril de 2009
Vigência (Término): 30 de junho de 2009
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Luis Felipe Villani Purquerio
Beneficiário:Fernanda de Oliveira
Instituição-sede: Instituto Agronômico (IAC). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:08/52305-1 - Produção de folhas jovens ou baby leaf de agrião, alface, beterraba e rúcula, em diferentes volumes de células em ambiente protegido, AP.R
Assunto(s):Horticultura   Sistemas de produção   Hortaliças

Resumo

Um dos segmentos da produção de hortaliças, que apresenta potencial de crescimento no mercado é a linha de mini-hortaliças. As mini-hortaliças folhosas são conhecidas como baby leaf. Essas são folhas jovens, ainda não expandidas completamente, que são colhidas precocemente em relação ao tempo que tradicionalmente se costuma colher para consumo. Atualmente o sistema de produção mais comum é o hidropônico tipo NFT (Nutrient Film Technique) em cultivo protegido, pela velocidade de produção e qualidade do produto obtido. Porém o custo de instalação e manutenção do sistema é alto, havendo a necessidade de estudo e desenvolvimento de métodos e sistemas de produção alternativos com menor custo para a produção de baby leaf. Assim, é provável que seja possível a produção em bandejas dentro dos viveiros de mudas. Não foram encontradas para o Brasil, informações analisando a viabilidade de produção e produtividade de baby leaf de espécies como agrião, beterraba e rúcula em bandejas. Portanto faz-se necessário avaliar a viabilidade de produção de baby leaf de quatro espécies de hortaliças (agrião de terra-seca, alface roxa, beterraba e rúcula) em bandejas com diferentes volumes de célula dentro. Também é necessário determinar a máxima permanência na bandeja, sem perda de qualidade do produto, a ser comercializado (cor e textura), visando a determinação de um ponto máximo de colheita e avaliar a qualidade pós-colheita.