Busca avançada
Ano de início
Entree

Diversidade molecular do envelope e carga proviral do vírus linfotrópico de células t humanas tipo 2 (HTLV-2) em amostras indeterminadas pelo teste western-blot

Processo: 09/08565-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de junho de 2009
Vigência (Término): 31 de julho de 2010
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Pesquisador responsável:Jorge Simão do Rosário Casseb
Beneficiário:Paulo Martins Quatroqui
Instituição-sede: Instituto de Medicina Tropical de São Paulo (IMT). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:08/56427-4 - Diversidade molecular do envelope e carga proviral do vírus linfotrópico de células T humanas tipo 2 (HTLV-2) em amotras indeterminadas pelo teste western-blot, AP.R
Assunto(s):Virologia   ELISA

Resumo

Introdução: Apesar do Vírus Linfotrópico de Células T Humanas do tipo 2 (HTLV-2) ser considerado pouco patogênico, o diagnóstico sorológico é importante para aconselhamento e acompanhamento. Os testes confirmatórios mais usados são o Western-Blot (WB) e a PCR. Entretanto, em populações de alto risco, cerca de 50% dos resultados indeterminados pelo WB quando testadas pela PCR, em nossa experiência, confirmaram infecção pelo HTLV-2. Resultados preliminares revelaram elevada homologia na região imunogênica do envelope viral quando alinhadas com a seqüência de aminoácidos da proteína MTA4 (HTLV-1) do kit WB. Entretanto, novos estudos serão realizados para a confirmação desta homologia em uma região especifica do HTLV-2 do envelope viral. Objetivos: Este estudo visa avaliar a seqüência genética do envelope, quantificar a carga proviral do HTLV-2 por PCR em tempo real e o grau de ativação imunológica dos indivíduos infectados pelo HTLV-2. Casuística: Grupo I: amostras de pacientes soropositivos para o teste de WB; e Grupo II: Pacientes soro-indeterminados pelo teste. Métodos: Técnicas que serão usadas; ELISA, WB, PCR convencional PCR em tempo real e citometria de fluxo. As hipóteses a serem testadas seriam de que a insensibilidade do WB em detectar anticorpos anti-HTLV-2 seria pelo uso de proteínas recombinantes procedentes de cepas que não circulam em nosso país; que o nível de imunossupressão, poderia acarretar uma menor produção de anticorpos anti-HTLV-2 circulantes; e/ou a carga viral do HTLV-2 pode ser também um fator da pouca estimulação do sistema imune, o que resulta baixa quantidade de anticorpos circulantes.Palavras-Chave: HTLV-2, WB indeteminado, PCR em tempo real, carga proviral do HTLV-2.