| Processo: | 10/00687-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2010 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Biofísica - Biofísica Molecular |
| Pesquisador responsável: | Diana Bahia |
| Beneficiário: | Alexis de Sá Ribeiro do Bonfim de Melo |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 07/50551-2 - Identificação e caracterização molecular de proteínas quinases de Trypanosoma cruzi para o estudo da comunicação celular, modelagem molecular e desenho de drogas inibidoras: estudo dos parceiros das vias de sinalização focado na invasão de EA, AP.JP |
| Assunto(s): | Biologia celular Modelagem molecular Trypanosoma cruzi Proteínas quinases Transdução de sinais Doença de Chagas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | amastigota extracelular | invasão | Modelagem molecular | Quinases | Sinalização | Trypanosoma cruzi | Biologia celular e molecular |
Resumo As proteínas quinases (PKs) compreendem uma grande família de enzimas que medeiam a resposta de células eucarióticas a estímulos externos. As PKs são moléculas chave em várias vias de transdução de sinal, em eucariotos; estão envolvidas em diferentes cascatas de sinalização que controlam diversos processos biológicos, tais como a adesão, alteração no citoesqueleto, migração, proliferação, diferenciação, comunicação celular e sobrevivência. A Doença de Chagas é causada pelo tripanossomatídeo Trypanosoma cruzi e afeta 16-18 milhões de indivíduos, matando de 10 a 20% dos infectados na América Latina. Pouquíssimas PKs foram caracterizadas em T. cruzi, apesar de estar comprovada que vias de sinalização são ativadas quando da invasão do parasita no hospedeiro. O projeto do estudante TT-3 visa caracterizar em nível molecular PKs de T. cruzi, notadamente de formas amastigotas extracelulares (EA), visando a elucidação dos mecanismos de infectividade de formas EA de T. cruzi. O estudante deverá ter boa fluência em atividades de biologia molecular e informática e será essencial na manutenção e confecção de todas soluções e experimentos que envolvam o projeto, assim como aprenderá a manutenção de cepas de T. cruzi e experimentos que envolvem biologia celular. Pretende-se obter resultados e publicação que justifique um convite para seu ingresso no programa de pós-graduação do Departamento, possivelmente em nível de doutorado direto. | |
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