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Bloqueio ileo-inguinal e ileo-hipogástrico em anestesia pediátrica: comparação entre a técnica convencional e guiada por ultra-som

Processo: 10/10055-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de julho de 2010
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Norma Sueli Pinheiro Módolo
Beneficiário:Vinicius Cunha Venditti
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:09/52671-0 - Efeitos dos anestésicos voláteis sobre a liberação de mediadores inflamatórios, AP.R
Assunto(s):Ultrassom   Anestesiologia

Resumo

O objetivo deste estudo é comparar a técnica de bloqueio dos nervos íleo-hipogástrico e íleo-inguinal pela técnica convencional e pela técnica de visualização dos planos musculares por meio do ultra-som. Serão incluídas nesta pesquisa todas as crianças submetidas à correção de herniorrafia inguinal. Os critérios de inclusão serão pacientes pediátricos na faixa etária de 1 a 12 anos, submetidas à correção de herniorrafia inguinal uni ou bilateral. Serão excluídos pacientes com infecção de sitio cirúrgico, coagulopatias, história de alergia a anestésico local (AL) e recusa dos pais em participar do estudo.A amostra de 60 crianças será dividida aleatoriamente em dois grupos de 30 pacientes cada. G1 será constituído de pacientes que serão submetidos a bloqueio dos nervos íleo-hipogástrico e íleo-inguinal pela técnica convencional. G2 incluirá pacientes submetidos a bloqueio sob visualização da aponeurose do músculo oblíquo externo por meio do ultrassom e injeção de AL (bupivacaína) abaixo da mesma, no mesmo ponto de punção da técnica convencional.A técnica convencional consiste em desenhar uma linha da crista ilíaca anterio-superior até o umbigo, dividindo-a em quatro partes iguais, sendo o ponto de punção a junção da 3ª com a 4ª parte lateral. A agulha atravessaria lentamente o tecido celular subcutâneo, músculo oblíquo externo e o anestésico será depositado abaixo da aponeurose deste músculo. Um "click" pode ser sentido ao atravessar a agulha na aponeurose do músculo oblíquo externo. Em todos os grupos será utilizada a mesma dose de anestésico local sem vasoconstrictor - bupivacaína - na concentração de 0,25%, na dose de 0.3 mL/kg, não ultrapassando 2mg/kg na dose total. A medicação pré-anestésica empregada será midazolam, 0,5 mg/kg via oral a ser administrado 30 minutos antes do início do procedimento. Para obtenção de venóclise no membro superior será adaptada máscara facial com mistura de N2O/O2 50% e sevoflurano com aumento da concentração inspirada de 3% até 6% e utilização de capnografia e capnometria para determinação da pressão expirada de CO2 e sua curva correspondente. A dor pós-operatória será avaliada por meio de escalas validadas (Cheop e VAS)