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Pulverizador envolvente para pulverização de produtos fitossanitários na cultura dos citros

Processo: 10/16219-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de outubro de 2010
Vigência (Término): 31 de julho de 2012
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Marcelo da Costa Ferreira
Beneficiário:José Ricardo Lorençon
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:10/01842-7 - Pulverizador envolvente para pulverização de produtos fitossanitários na cultura dos citros, AP.R
Assunto(s):Brevipalpus phoenicis   Tecnologias de aplicação de agrotóxicos   Guignardia citricarpa

Resumo

Planos de Atividades para Bolsas de Treinamento TécnicoCriação do ácaro Brevipalpus phoenicisAuxiliará na obtenção de matrizes e de frutos de laranja para a criação do ácaro B.phoenicis que será realizada no Laboratório de Acarologia do Departamento de Fitossanidade da UNESP/ Jaboticabal, no qual já é rotina o procedimento em câmara climatizada, à temperatura de 26ºC ±2ºC, umidade relativa (ar) de 65% ±5% e fotofase de 12h. Serão utilizados como substrato para a criação, frutos com sintomas da doença verrugose. Os frutos serão lavados em água corrente e esponja macia, para eliminar impurezas. Depois de lavados e secos naturalmente ao ar, os frutos receberão uma fina camada de parafina fundente, deixando-se sem parafinar uma região da casca, para onde serão transferidos os ácaros por justaposição com frutos já constantes da criação estoque, para multiplicação da população. A área circular não coberta pela parafina será delimitada por barreira adesiva de cola entomológica. Após 24 horas de justaposição, os frutos serão dispostos em bandejas para ovos, com o habitáculo dos ácaros voltado para cima. Decorridos aproximadamente 30 dias, se procederá a transferência dos ácaros, através de justaposição dos frutos já colonizados para outros preparados para a colonização conforme descrito anteriormente, de forma a aumentar o número de colônias.Avaliação da deposição de caldaO bolsista auxiliará na avaliação da recuperação do íon Mn+2, quando serão elaboradas caldas com concentrações de 0, 0,5, 1,0, 2,0, 4,0 e 8,0 0, a partir de uma solução estoque de 160, para a elaboração da curva padrão. Serão pipetados com micropipeta volumétrica, 0,5 mL de calda sobre folhas de laranjeira em gotículas espalhadas sobre a superfície das amostras, em três repetições, de acordo com a metodologia descrita por MACHADO-NETO & MATUO (1989), RAMOS (2000) e OLIVEIRA & MACHADO-NETO (2003). Auxiliará nos trabalhos de campo, na retirada das amostras de folhas para avaliação da calda depositada. As amostras serão colocadas em sacos de plástico que conterão 100 mL da solução HCl 0,2 N, onde serão mantidas por 30 minutos para que ocorra a dissolução dos sais aplicados. Após este período será realizada a filtração do extrato para a quantificação do íon metálico (Mn2+) recuperado. A quantificação será realizada em espectrofotômetro de absorção atômica.Avaliação da mortalidade do ácaro B. phoenicisAuxiliará na afixação das hastes de madeira nas plantas de laranja para suportar os frutos previamente preparadas da mesma maneira que o realizado para a criação estoque. Os frutos serão posicionados sempre com as arenas voltadas para cima, em regiões semelhantes àquelas de coleta das folhas na avaliação de deposição. Após a pulverização conforme os tratamentos, os frutos serão recolhidos e levados ao laboratório de Acarologia do Depto. Fitossanidade do Campus de Jaboticabal da UNESP, onde receberão em microscópio estereoscópico dez ácaros por fruto para posterior avaliação da mortalidade dos indivíduos. As avaliações deverão ser realizadas a 1, 3, 5, 7, 9, 12 e 15 dias após as aplicações ou interrompidas caso não existam mais ácaros vivos.Avaliação da capacidade de campo operacionalAuxiliará nos levantamentos dos movimentos e dos tempos envolvidos nas pulverizações, a fim de encontrar elementos para realizar e comparações entre os equipamentos em relação à capacidade de campo operacional (CcO). Para isto serão utilizados relógio, cronômetro digital, trena de 50 m, equipamentos de proteção individual (EPI), termohigrômetro e anemômetro. Será realizado o acompanhamento de operadores registrando-se os tempos principais envolvidos em tais operações: Tempo de preparação (Tp); Tempo para abastecimento (Tr); Largura da faixa de pulverização (L); Comprimento da faixa de tratamento (C); Distância para reabastecimento (d); Velocidade de pulverização (Vp); Volume de pulverização (V); Velocidade de deslocamento para reabastecimento (Vd).