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Efeito dò treinamento de força muscular associado où não a terapia de reposição hormonal Èm mulheres peri e pós menopausais sôbre òs tecidos muscular, ósseo e equilíbrio

Processo: 09/01457-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de março de 2009
Vigência (Término): 30 de junho de 2009
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Daniela Cristina Carvalho de Abreu
Beneficiário:Maíra de Menezes Franco
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:07/54596-0 - Efeito do treinamento de força muscular associado ou não à terapia de reposição hormonal em mulheres peri e pós menopausais sobre os tecidos muscular, ósseo e equilíbrio, AP.R
Assunto(s):Terapia de reposição hormonal   Densidade óssea   Fisioterapia

Resumo

Este projeto tem como objetivos avaliar o efeito de um tratamento envolvendo exercício aeróbico com descarga de peso (caminhada) associado ao exercício de fortalecimento muscular sobre o tecido ósseo, muscular e equilíbrio em um grupo de mulheres pós-menopausais (entre 1 a 5 anos após a menopausa), que fazem ou não uso da terapia de reposição hormonal. Um objetivo específico importante é verificar o efeito de exercícios de fortalecimento dos músculos do assoalho pélvico sobre a função deste grupo muscular. Para o cumprimento do mesmo, haverá a necessidade de contar-se com um único pesquisador para realização do treinamento inicial, que consistirá de orientações quanto à anatomia muscular do assoalho pélvico e como contraí-los adequadamente. Serão oferecidas três sessões supervisionadas por esse pesquisador (fisioterapeuta). Só poderão fazer parte do estudo, as mulheres que após esse treinamento, conseguirem contrair a musculatura do assoalho pélvico. Após essa seleção, esse mesmo pesquisador fará a primeira avaliação dos músculos do assoalho pélvico antes do início do protocolo de treinamento e reavaliará após 3 meses de exercícios físicos. Este pesquisador não saberá a que grupo as mulheres fazem parte (com TRH ou não) e não estará envolvido com o protocolo de treinamento, que terá a duração de três meses. Isso justifica a requisição de bolsa para que um fisioterapeuta graduado realize essas atividades após ser treinado pelas coordenadoras deste projeto.