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Biomaterial recoberto com células da medula óssea na insuficiência renal crônica experimental: efeito sobre a progressão da doença em dois estágios diferentes

Processo: 11/02160-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de março de 2011
Vigência (Término): 30 de novembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Mario Abbud Filho
Beneficiário:Greiciane Maria da Silva Florim
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP). Secretaria de Desenvolvimento Econômico (São Paulo - Estado). São José do Rio Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:10/08912-0 - Biomaterial recoberto com células da medula óssea na insuficiência renal crônica experimental: efeito sobre a progressão da doença em dois estágios diferentes, AP.R
Assunto(s):Nefrologia   Células-tronco   Insuficiência renal crônica

Resumo

A terapia com células tronco (CT), pelo seu potencial de tratamento das doenças crônicas, pode ser uma estratégia promissora para reparar/retardar a progressão da IRC. Existem dúvidas sobre o tipo celular, a quantidade de células, o método e local ideal para implantação das CT, e sobre o papel por elas desempenhado na reparação do tecido renal. Paralelamente, existem evidências que os biomateriais (BM) causam inflamação e modificam a resposta imunológica, além de possuírem potencial para remodelação tecidual. Por essa razão nosso objetivo primário foi avaliar o efeito combinado das CT e BM na progressão da IRC e estudar o efeito dessa terapia em diferentes estágios da doença. No presente projeto pretendemos: 1- investigar o papel desempenhado por fatores fibrogênicos, angiogênicos e citocinas nos mecanismos fisiopatológicos envolvidos no processo de estabilização/lentificação da progressão da IRC observado em estudo anterior, 2-analisar a migração das células implantadas no BM pela presença do gene SRY nos animais fêmeas que receberam a terapia celular e ainda investigar o papel das células tronco nos mecanismos celulares e inflamatórios possivelmente envolvidos na IRC. Setenta e cinco ratas foram subdivididas em 14 grupos conforme: 1) a quantidade de parênquima renal lesado (5/6 ou 2/3); 2) uso de BM como arcabouço para o implante celular; 3) o tipo de CT utilizada célula mononuclear ou CT mesenquimal (CTM) e o uso de BM. A avaliação da função renal será realizada no período basal e após 45 e 90 dias da terapia celular. Adicionalmente serão quantificados a expressão dos genes VEGF, colágeno I, TNF-±, IL-6, TGF-² e IL-10, no tecido renal. Será realizada a análise da migração das células implantadas pela localização do gene SRY pela PCR. O estudo imuno-histoquimico será realizado para avaliação do número de macrófagos, miofibroblastos, TGF-², angiotensina II, endotelina, PCNA e fibronectina.

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