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Detecção de mutações nos gene RAS em células foliculares de nódulo tireoidiano obtidas por punção aspirativa com agulha fina

Processo: 11/06445-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de maio de 2011
Vigência (Término): 31 de agosto de 2011
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Pesquisador responsável:Suemi Marui
Beneficiário:Ester Saraiva Brust
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:10/12883-6 - Detecção de mutações nos gene RAS em células foliculares de nódulo tireoidiano obtidas por punção aspirativa com agulha fina, AP.R
Assunto(s):Endocrinologia   Mutação   Neoplasias da glândula tireoide   Citologia

Resumo

O câncer da tireóide é a neoplasia endócrina mais comum, sendo responsável por cerca de 1 a 2% das neoplasias malignas da tireóide. Atualmente, a patogênese molecular do carcinoma papilífero da tireóide (CPT) tem sido relacionada à ativação aberrante da via MAP quinase, desencadeada por mutações em diversos oncogenes. Destas, a mutação V600E no gene BRAF é a mais freqüente, sendo observada em 30% dos casos. Com o estudo molecular desta mutação V600E em material obtido de punção aspirativa com agulha fina (PAAF) houve aumento da especificidade e sensibilidade no diagnóstico pré-operatório de nódulos da tireóide. Mesmo assim, permanece um razoável percentual de pacientes sem o diagnóstico molecular do nódulo tireoidiano. Após o BRAF, mutações nos genes RAS (H-RAS, K-RAS e N-RAS) são as mais freqüentes encontradas em pacientes com carcinoma da tireóide. Como a presença da mutação no gene BRAF afasta a presença de outras mutações, é imprescindível estudarmos os genes RAS naqueles tumores sem a detecção da mutação no BRAF. O objetivo deste estudo é pesquisar as mutações nos genes RAS em material de citologia com classe III a VI de Bethesda em pacientes com nódulo de tireóide, cuja mutação no BRAF foi excluída. As mutações pesquisadas estão localizadas nas regiões hot-spots do gene RAS. Parte da casuística já foi obtida em Projeto FAPESP anterior. Com isso, pretendemos contribuir no estabelecimento e otimização de uma metodologia de diagnóstico molecular que possa ser utilizada no planejamento cirúrgico e seguimento dos pacientes com nódulo de tireóide. (AU)

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