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Levantamento de Colletotrichum acutatum e C. gloeosporioides em pomares cítricos de quatro regiões do Estado de São Paulo

Processo: 11/09227-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de junho de 2011
Vigência (Término): 30 de novembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Lilian Amorim
Beneficiário:Beatriz dos Santos
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:08/54176-4 - Epidemiologia molecular e manejo da podridão floral dos citros em áreas de expansão da cultura no estado de São Paulo, AP.TEM
Assunto(s):Epidemiologia   Fitopatologia

Resumo

Um total de 350 amostras de flores com sintomas de podridão floral foram coletadas em pomares de citros em quatro regiões do Estado de São Paulo no ano de 2010. Aproximadamente 50% dessas amostras já foram processadas e o fungo isolado encontra-se preservado em papel dentro de eppendorfs com sílica gel. A bolsista será responsável pelo isolamento do fungo presente nas amostras que estão armazenadas em geladeira que ainda não foram submetidas ao isolamento. Após essa etapa a bolsista realizará a extração de DNA de todos os isolados que foram coletado no ano 2010, de acordo com a metodologia descrita por Dellaporta et al. (1983). O DNA extraído será quantificado e utilizado em reação de PCR, utilizando primers específicos para detecção de C. acutatum, como os pares CaInt2/ITS4 (Brown et al., 1996) e TBCA/TB5 (Talhinhas et al., 2005) e C. gloeosporioides. As reações e os procedimentos do PCR seguirão os métodos descritos nos trabalhos mencionados. Além disso, a bolsista realizara o mesmo procedimento citado acima com as flores sintomáticas coletadas no ano de 2011. A bolsista também estará envolvida nas avaliações da doença em ensaios realizados em condições controladas visando determinar o monociclo da doença. Serão avaliados incidência e severidade de sintomas em pétalas durante o período de florescimento e de cálices persistentes (estrelinhas) dois meses após o término do florescimento destas plantas. Adicionalmente, a bolsista será treinada em técnicas rotineiras de laboratório (esterilização de vidrarias, preparo de meios de culturas, isolamento de microrganismos) e deverá ser responsável pela manutenção da coleção de isolados de C. acutatum e C. gloeosporioides que servirá de inóculo nos diferentes ensaios do projeto temático.