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Respostas fisiológicas e moleculares de Eucalyptus globulus e e. grandis ao estresse por baixas temperaturas

Processo: 11/02575-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2011
Vigência (Término): 31 de agosto de 2015
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Paulo Mazzafera
Beneficiário:Adilson Pereira Domingues Júnior
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):14/01200-6 - Metabolismo de carbono, quinases e respostas a baixas temperaturas em eucalipto: buscando por conexões metabólicas, BE.EP.DR
Assunto(s):Fisiologia vegetal   Eucalipto   Madeira   Lignina   Celulose

Resumo

Sabe-se que espécies vegetais perenes precisam sobreviver a alterações periódicas em seu ambiente, devendo apresentar mecanismos que lhes permitam sobreviver a esta condição inconstante, através de alterações anatômicas, celulares e moleculares. Estresses por baixas temperaturas configuram-se como um dos principais elementos que limitam a distribuição geográfica e o crescimento sazonal de diversas plantas, afetando a qualidade e a produtividade de inúmeras culturas e plantações florestais. Esta forma de estresse pode acentuar a formação de espécies reativas de oxigênio, determinando uma situação de estresse oxidativo. Ainda, outras alterações induzidas pelas baixas temperaturas são a redução da taxa fotossintética e a indução da síntese de compostos fenólicos como a lignina. Este composto desempenha importante papel fisiológico ao servir de suporte para microfibrilas de celulose nas paredes celulares. Entretanto, a presença deste composto apresenta-se como um fator limitante para a produção de celulose a partir da madeira de árvores como o eucalipto. O eucalipto representa a cultura florestal de maior significância no Brasil, o maior produtor mundial de celulose. Esta indústria é responsável por gerar mais de 150 mil empregos no país. Diversos estudos sobre o efeito das baixas temperaturas no eucalipto podem ser encontrados na literatura; porém, são raros os que relacionam esta forma de estresse à produção de celulose e praticamente não são encontrados trabalhos relacionados com a produção de celulose no frio em eucalipto. Desta forma, o objetivo deste trabalho é avaliar o impacto que o frio exerce nas espécies Eucalyptus grandis e E. globulus analisando componentes fisiológicos (taxa fotossintética, conteúdo de celulose, lignina, atividade antioxidante) e moleculares (através da expressão de genes relatados estarem envolvidos na resposta ao frio, tais como os fatores de transcrição CBF). Também se pretende analisar o impacto que o frio terá sobre a expressão de genes da biossíntese de sacarose e celulose.

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
JÚNIOR, Adilson Pereira Domingues. Respostas fisiológicas e moleculares de Eucalyptus globulus e E. grandis ao estresse por baixas temperaturas. 2016. Tese de Doutorado - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Biologia.

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