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Proliferação e diferenciação da célula B pancreática em modelos animais de resistência periférica à insulina: envolvimento da via de sinalização Wnt/beta-catenina

Processo: 11/09552-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de junho de 2011
Vigência (Término): 31 de outubro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Carla Beatriz Collares Buzato
Beneficiário:Daniela Aparecida Maschio
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:09/52824-1 - Proliferação e diferenciação da célula B pancreática em modelos animais de resistência periférica à insulina: envolvimento da via de sinalização Wnt/beta-catenina, AP.R
Assunto(s):Endocrinologia   Secreção de insulina   Proliferação celular   Células secretoras de insulina   beta Catenina   Via de sinalização Wnt   Diabetes mellitus

Resumo

Disfunção e perda da massa de célula B pancreática são determinantes na patogênese de todas as formas de diabetes melito. Tem havido um grande interesse na determinação das vias envolvidas na proliferação da célula B e a aplicação deste conhecimento em terapias moleculares e celulares da diabetes. Em especial, a via de sinalização da Wnt/beta-catenina tem sido pouco investigada no pâncreas endócrino. Em outros tecidos/órgãos, a beta-catenina constitui não somente um componente estrutural das junções de adesão, mas também é uma molécula sinalizadora juntamente com a Wnt, as quais são importantes em vários processos celulares, tais como diferenciação e proliferação. Hiperplasia/hipertrofia da célula B parece ocorrer em certas condições experimentais e in vivo, como no estado de resistência periféria à insulina. Camundongos, wild-type e knockout para o receptor da LDL (LDLr-/-), alimentados com ração com alto teor de lipídios, têm sido utilizados para se estudar a patogênese da ateroesclerose associada à resistência periféria à insulina, à diabetes melito tipo 2 e à obesidade. Entretanto, a repercussão na função da célula B pancreática da ingestão de ração hiperlipíca tem sido pouco investigada neste modelo. Em particular, nos animais LDLr-/-, que são mais susceptíveis metabolicamente a essa dieta, são desconhecidas as possíveis alterações funcionais e morfométricas do pâncreas endócrino resultantes da ingestão de alto teor de lipídios. Como objetivos gerais, este projeto visa investigar: 1) se as alterações metabólicas induzidas pela exposição à dieta hiperlipídica por um curto período de tempo (30 e 60 dias) são acompanhadas por alterações compensatórias do pâncreas endócrino, como hiperplasia/hipertrofia da célula B, nos animais LDLr+/+ e LDLr-/- que diferem quanto ao grau de resistência periféria à insulina e 2) o possível envolvimento da via de sinalização da Wnt/beta-catenina no processo de proliferação da célula B nestes modelos, analisando-se a localização celular e expressão de proteínas associadas a esta via (beta-catenina, axina, ciclina D e c-myc) em ilhotas pancreáticas. (AU)