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Avaliação da transmissão neuromuscular esquelética em um modelo experimental de esclerose múltipla - estudos miográficos, eletrofisiológicos e farmacológicos

Processo: 11/50119-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de julho de 2011
Vigência (Término): 31 de outubro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular
Pesquisador responsável:Carolina Demarchi Munhoz
Beneficiário:Rafaela Florindo Pestana Ferrão Batalhote
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:08/55178-0 - Caracterização celular e das vias de sinalização do receptor de membrana GPR30 e sua participação nos efeitos neuroprotetores desencadeados pelo estrogeno no sistema nervoso central, AP.JP
Assunto(s):Esclerose múltipla   Neuroinflamação   Microglia   Estrógenos   Astrócitos

Resumo

A esclerose múltipla (EM) é uma doença crônica desmielinizante do sistema nervoso central (SNC) mediada pelo sistema imune, caracterizada por inflamação e neurodegeneração, sendo sua incidência maior em mulheres do que em homens, entre 20 e 40 anos. A neuroinflamação é um achado importante na patogênese da EM contribuindo para a progressão da doença. As células da glia (microglia e astrócitos) são as principais mediadoras e efetoras da resposta inflamatória. Apesar das mulheres serem mais afetadas do que homens, o estrógeno (E2) quando administrado nas pacientes de forma exógena em doses fisiológicas e suprafisiológicas ocorre uma melhora no quadro clínico e nas lesões desmielinizantes. No entanto, poucos estudos abordam a função do E2 na sinalização mediada pelos astrócitos e microglia, na neuroinflamação e na resposta auto-imune. Assim, o presente trabalho propõe investigar a função do E2 e de seus receptores clássicos (ER) e não clássicos (GPER) na sinalização inflamatória desencadeada por LPS, IFN-y e IL-17 em culturas primárias de microglia e astrócitos de camundongos neonatos fêmeas C57BL6 e posteriormente verificar a funcionalidade desses achados in vitro na progressão da Encefalomielite Aguda Experimental (EAE) em camundongos fêmeas C57BL6. Deste modo, este projeto traz novas contribuições para a compreensão dos mecanismos moleculares envolvendo o E2 na neuroinflamação, além de providenciar futuras estratégias terapêuticas envolvendo esse hormônio. (AU)