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A influência do empresariado na política externa brasileira a partir da criação do Mercosul

Processo: 11/07249-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2011
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Sociologia - Sociologia do Desenvolvimento
Pesquisador responsável:Agnaldo de Sousa Barbosa
Beneficiário:Marina Silva e Silva
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Humanas e Sociais (FCHS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Franca. Franca , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:03/13963-0 - Novos empreendedores na indústria do calçado: formação social e ação empresarial (Franca, 1990-2005), AP.JP
Assunto(s):Mercosul   Política externa do Brasil

Resumo

O presente trabalho buscará entender como a maior complexidade da diplomacia brasileira vem abrindo espaço para a ação do empresariado nacional em influenciar a política externa do país. As novas e pesadas responsabilidades da diplomacia têm sido objeto de preocupação na comunidade brasileira de política externa. Muitos indicam que o diálogo diplomático hoje requer a aquisição de diferentes habilidades de negociação, sobretudo na área do comércio exterior. Dessa maneira surgem novos atores importantes no que concerne a influência nas decisões de política externa brasileira. Dentre eles, destaca-se a emergência do empresariado como um ator importante no papel de interlocutor no estabelecimento de novas diretrizes da atuação do Brasil no campo internacional, sobretudo no que diz respeito ao Mercosul. Este, por ser uma organização internacional em que o país emerge como líder mais influente, representa uma grande oportunidade para os atores do setor privado nacional de prezar por seus interesses e conseguir maior voz nas negociações regionais internacionais. Tendo como ponto de partida as Teorias de Relações Internacionais que abordam os novos atores integrantes do sistema internacional, como o funcionalismo e a teoria da dependência complexa, o trabalho analisará organizações empresariais como a FIESP e CNI, entre outras, e como essas organizações atuaram e ainda atuam para fazer valer os interesses do setor privado na política externa brasileira dentro do Mercosul.