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Cultivo de Chlorella sorokiniana em fotobiorreator contínuo em escala piloto

Processo: 11/06863-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de julho de 2011
Vigência (Término): 30 de junho de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Botânica - Botânica Aplicada
Pesquisador responsável:Ana Teresa Lombardi
Beneficiário:Renata Natsumi Haneda
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Dióxido de carbono   Fotobiorreatores   Chlorella sorokiniana   Biomassa

Resumo

O aumento da concentração de CO2 e outros gases do efeito estufa na atmosfera, responsável por intensas alterações climáticas, é uma das maiores preocupações na atualidade. Diante disso, o desenvolvimento de estratégias de mitigação de gases do efeito estufa, especialmente o CO2, é o interesse de muitas pesquisas, indo de encontro ao desenvolvimento de mecanismos de desenvolvimento limpo. Dados da literatura mostram que microalgas apresentam um futuro muito promissor no que se refere à sua capacidade de seqüestrar o CO2 e liberar o O2 para o ambiente (processo fotossintético), incluindo as possibilidades do uso de sua biomassa nas indústrias farmacêutica, alimentícia, cosmética, agronômica e petroleira. Neste contexto, a presente pesquisa propõe o cultivo de Chlorella sorokiniana em fotobiorreatores com capacidade de 0,3 m3 e 3,0 m3 (escala piloto). Primeiramente, culturas estanques da microalga serão realizadas em laboratório para definir as melhores condições de cultivo: pH, concentração de nutrientes (nitrogênio e fósforo), sistema de borbulhamento de CO2/ar, visando maior taxa de crescimento e biomassa algal com menor custo. Posteriormente, triplicatas das culturas serão testadas em sistemas de fluxo contínuo em fotobiorreatores (semi-fechados), mantidos em uma casa de vegetação sob condições ambientais semi-controladas. O acompanhamento da composição bioquímica da microalga e do balanço de CO2 nos fotobiorreatores será realizado diariamente para controlar o equilíbrio do sistema. A biomassa residual, rica em compostos nutritivos, será testada como fertilizante, no cultivo de hortaliças e vegetação nativa. Com este estudo, pretende-se otimizar a tecnologia já existente para escala de bancada, viabilizando a implantação para o seqüestro de carbono em larga escala a partir de microalga.