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A Unidade de Pronto socorro e a Clínica da Urgência

Processo: 11/07486-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2011
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Tratamento e Prevenção Psicológica
Pesquisador responsável:Abílio da Costa Rosa
Beneficiário:Nathália dos Santos Lima
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Letras (FCL-ASSIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Assis. Assis , SP, Brasil
Assunto(s):Psicanálise   Serviços médicos de emergência

Resumo

A "psicanálise em extensão" transpôs as barreiras do setting terapêutico clínico particular, difundindo a prática da psicanálise no âmbito das instituições públicas de assistência, onde, por meio de laços sociais múltiplos, o psicanalista se defronta com outros discursos que sustentam diferentes práticas no campo da saúde mental. A Unidade de Pronto Socorro é uma das portas de entrada do paciente no ambiente hospitalar; inicialmente com o destino de diagnóstico e tratamento de pacientes acidentados ou acometidos de mal súbito, esse espaço, passou a absorver todos os problemas físicos e sociais, tornando-se a principal porta de acesso aos serviços. A maneira pela qual a demanda dos usuários se apresenta pode ser compreendida como a expressão das necessidades destes, ou seja, organiza-se a partir da oferta de serviços. O plantão psicológico orientado pela abordagem psicanalítica tem a proposta de oferecer ao indivíduo a possibilidade de ser acolhido e ouvido por meio de uma escuta analítica, no mesmo momento em que é acolhido pela equipe médica. Essa prática visa também dar algum suporte para os profissionais que trabalham no PS, na medida em que eles o solicitem, em virtude de situações envolvendo sofrimento psíquico intenso. A partir da experiência preliminar de exercício dessa abordagem da psicologia dentro de uma unidade de Pronto Socorro do Hospital Geral, pretende-se estruturar de modo mais sistemático essa ação e seu registro, a fim de aprofundar a análise e reflexão sobre ela; buscando argumentos que indiquem se é ou não pertinente a presença do psicólogo no Pronto Socorro, como política pública para o SUS.